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Delinquência juvenil: Da disfunção social à psicopatologia

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Detalhes bibliográficos
Resumo:No presente artigo fazemos uma revisão de literatura acerca da Delinquência Juvenil, analisando o fenómeno à luz das interpretações sociológicas e psicológicas, nomeadamente no que concerne à sua etiologia, prevenção e tratamento. Consideram-se as várias dimensões do problema, contemplando as relações normativas entre a adolescência e os comportamentos de transgressão enquanto estratégias de resolução de conflitos no sentido da adaptação. Discriminamos os comportamentos delinquentes normativos dos patológicos, analisando-os segundo os modelos de controlo social, da identidade/subcultura e da teoria psicanalítica. Reforça-se a necessidade de intervenção preventiva primária, partindo da identificação de factores de risco que tornam determinados grupos vulneráveis. Expõem- se algumas das principais estratégias de tratamento: institucional (ligado ao sistema de justiça) e não institucional (ligado aos serviços de saúde). Por fim, fazemos algumas propostas de investigação sobre a Delinquência Juvenil em Portugal.
Autores principais:Benavente, Renata
Assunto:Delinquência Adolescência Transgressão Psicopatologia Delinquency Adolescence Transgression Psychopathology
Ano:2002
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:No presente artigo fazemos uma revisão de literatura acerca da Delinquência Juvenil, analisando o fenómeno à luz das interpretações sociológicas e psicológicas, nomeadamente no que concerne à sua etiologia, prevenção e tratamento. Consideram-se as várias dimensões do problema, contemplando as relações normativas entre a adolescência e os comportamentos de transgressão enquanto estratégias de resolução de conflitos no sentido da adaptação. Discriminamos os comportamentos delinquentes normativos dos patológicos, analisando-os segundo os modelos de controlo social, da identidade/subcultura e da teoria psicanalítica. Reforça-se a necessidade de intervenção preventiva primária, partindo da identificação de factores de risco que tornam determinados grupos vulneráveis. Expõem- se algumas das principais estratégias de tratamento: institucional (ligado ao sistema de justiça) e não institucional (ligado aos serviços de saúde). Por fim, fazemos algumas propostas de investigação sobre a Delinquência Juvenil em Portugal.