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Relação filho-mãe na pré-adolescência

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A puberdade masculina desencadeia alterações particulares no rapaz pré-adolescente, fazendo reemergir uma série de conflitos internos e externos. Neste estudo explorou-se a possibilidade destas alterações interferirem na relação filho-mãe. Comparou-se catorze rapazes de doze anos com catorze rapazes de treze anos, quanto à representação da mãe e da relação com a mesma, através de uma entrevista semi-estruturada a cada um. Os resultados revelaram mudança na relação filho-mãe do grupo dos doze para o grupo dos treze anos. O primeiro grupo revelou uma representação da mãe essencialmente pelos seus aspectos relacionais e físicos, enquanto o segundo revelou uma representação da mãe essencialmente afectiva positiva, relacional e exigente. Aos treze anos revelou-se uma maior diferenciação psicológica, assim como o recurso à idealização. Destacaram-se constantes movimentos no sentido do segundo processo de individuação e persistência da ambivalência.
Autores principais:Valadares, Nídia do Carmo Roxo
Assunto:Pré-adolescência Processo pubertário Relação filho-mãe Preadolescence Pubertal process Son-mother relationship
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:A puberdade masculina desencadeia alterações particulares no rapaz pré-adolescente, fazendo reemergir uma série de conflitos internos e externos. Neste estudo explorou-se a possibilidade destas alterações interferirem na relação filho-mãe. Comparou-se catorze rapazes de doze anos com catorze rapazes de treze anos, quanto à representação da mãe e da relação com a mesma, através de uma entrevista semi-estruturada a cada um. Os resultados revelaram mudança na relação filho-mãe do grupo dos doze para o grupo dos treze anos. O primeiro grupo revelou uma representação da mãe essencialmente pelos seus aspectos relacionais e físicos, enquanto o segundo revelou uma representação da mãe essencialmente afectiva positiva, relacional e exigente. Aos treze anos revelou-se uma maior diferenciação psicológica, assim como o recurso à idealização. Destacaram-se constantes movimentos no sentido do segundo processo de individuação e persistência da ambivalência.