Publicação
Satisfação e empenhamento: A influência da carga horária
| Resumo: | O presente estudo pretende analisar a influência da carga horária praticada pelos colaboradores (horário a tempo parcial ou horário a tempo integral) nos níveis de satisfação laboral e empenhamento afectivo face à organização onde desempenham funções. Espera-se que os colaboradores a desempenhar um horário a tempo integral revelem níveis superiores de satisfação laboral e empenhamento afectivo. A investigação é desenvolvida através de um inquérito por questionário a uma amostra de 158 assistentes de relacionamento com o cliente. Os dois questionários aplicados pretenderam avaliar (1) a satisfação laboral (Questionário de Satisfação Laboral S10/12 Mélia e Peiró, 1989); (2) o empenhamento organizacional (Meyer e Allen, 1997) versão adaptada por Cesário, (2010). As hipóteses formuladas no estudo foram analisadas através das correlações entre variáveis e da comparação de médias. Os resultados obtidos revelaram a inexistência de correlações estatisticamente significativas nos níveis de satisfação laboral e empenhamento afectivo dos colaboradores mediante a carga horária praticada. O teste de t para comparação de médias entre duas populações permitiu confirmar os resultados para ambas as variáveis, através da aceitação da hipótese nula que pressupõe a não existência de diferenças de médias para ambos os grupos. Através da análise das médias de resposta foi ainda possível observar que a satisfação laboral, empenhamento afectivo e empenhamento instrumental se encontram dentro dos resultados médios e o empenhamento normativo num nível baixo. Encontrou-se também uma ligeira diferença relativamente ao empenhamento instrumental com os colaboradores a tempo parcial com médias de resposta superiores às dos colaboradores a tempo integral. |
|---|---|
| Autores principais: | Costa, Inês Cruz Duarte |
| Assunto: | Tempo-integral Tempo-parcial Satisfação laboral Empenhamento afectivo Full-time Part-time Job satisfaction Affective commitment |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | O presente estudo pretende analisar a influência da carga horária praticada pelos colaboradores (horário a tempo parcial ou horário a tempo integral) nos níveis de satisfação laboral e empenhamento afectivo face à organização onde desempenham funções. Espera-se que os colaboradores a desempenhar um horário a tempo integral revelem níveis superiores de satisfação laboral e empenhamento afectivo. A investigação é desenvolvida através de um inquérito por questionário a uma amostra de 158 assistentes de relacionamento com o cliente. Os dois questionários aplicados pretenderam avaliar (1) a satisfação laboral (Questionário de Satisfação Laboral S10/12 Mélia e Peiró, 1989); (2) o empenhamento organizacional (Meyer e Allen, 1997) versão adaptada por Cesário, (2010). As hipóteses formuladas no estudo foram analisadas através das correlações entre variáveis e da comparação de médias. Os resultados obtidos revelaram a inexistência de correlações estatisticamente significativas nos níveis de satisfação laboral e empenhamento afectivo dos colaboradores mediante a carga horária praticada. O teste de t para comparação de médias entre duas populações permitiu confirmar os resultados para ambas as variáveis, através da aceitação da hipótese nula que pressupõe a não existência de diferenças de médias para ambos os grupos. Através da análise das médias de resposta foi ainda possível observar que a satisfação laboral, empenhamento afectivo e empenhamento instrumental se encontram dentro dos resultados médios e o empenhamento normativo num nível baixo. Encontrou-se também uma ligeira diferença relativamente ao empenhamento instrumental com os colaboradores a tempo parcial com médias de resposta superiores às dos colaboradores a tempo integral. |
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