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As atitudes de futuros professores do 1.º ciclo e educadores de infância face à inclusão de alunos com deficiência mental

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo teve como objectivo central o estudo das atitudes face à inclusão de crianças com deficiência mental, relacionando este constructo, como o ano de formação dos inquiridos e a sua formação. Foi utilizada uma escala de Atitudes Face á Inclusão (AFI), que é constituída por seis dimensões, que são: “Direito à inclusão”, “Condições de sucesso na sala de aula”; “Benefícios da inclusão”; “Comportamento dos alunos com NEE’s”; “Impacto negativo da inclusão sobre o rendimento escolar” e por fim, “Estereótipo”. Neste estudo participaram 532 sujeitos, com idades compreendidas entre os 17 e os 53 anos que frequentavam o 1.º e o 4.º ano da faculdade. Estes sujeitos eram de cinco faculdades diferentes, para se minimizar o efeito da cultura escolar. Os resultados do estudo sugerem que existem parcialmente diferenças significativas, no que se refere à atitude face à inclusão de futuros educadores de infância e professores do 1.º ciclo, com o ano de formação, o que em parte sustenta as hipóteses colocadas.
Autores principais:Santos, Catarina Mendes dos
Assunto:Atitudes face à inclusão Educadores de infância Professores do 1.º ciclo Attitudes towards inclusion Pre-school teachers 1st cycle teachers
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Este estudo teve como objectivo central o estudo das atitudes face à inclusão de crianças com deficiência mental, relacionando este constructo, como o ano de formação dos inquiridos e a sua formação. Foi utilizada uma escala de Atitudes Face á Inclusão (AFI), que é constituída por seis dimensões, que são: “Direito à inclusão”, “Condições de sucesso na sala de aula”; “Benefícios da inclusão”; “Comportamento dos alunos com NEE’s”; “Impacto negativo da inclusão sobre o rendimento escolar” e por fim, “Estereótipo”. Neste estudo participaram 532 sujeitos, com idades compreendidas entre os 17 e os 53 anos que frequentavam o 1.º e o 4.º ano da faculdade. Estes sujeitos eram de cinco faculdades diferentes, para se minimizar o efeito da cultura escolar. Os resultados do estudo sugerem que existem parcialmente diferenças significativas, no que se refere à atitude face à inclusão de futuros educadores de infância e professores do 1.º ciclo, com o ano de formação, o que em parte sustenta as hipóteses colocadas.