Publicação
Bem-estar subjetivo de adolescentes transplantados de órgãos
| Resumo: | O presente estudo tem por objetivo examinar o bem- -estar subjetivo de adolescentes transplantados de órgãos sólidos e sua relação com auto-conceito, auto-estima e variáveis relacionadas à doença e ao transplante. Participaram do estudo 26 adolescentes transplantados com idades variando de 13 a 17 anos de idade, que estavam em tratamento de rotina pós-transplante em três hospitais públicos de Madrid, Espanha. Os adolescentes responderam a instrumentos que medem bem-estar subjetivo, auto-conceito e auto-estima, e a um questionário com dados sócio-demográficos e clínicos. A auto-estima mostrou ser uma variável preditora de estado de ânimo positivo nos adolescentes transplantados, enquanto o auto-conceito pessoal e o tempo em lista de espera foram preditoras de estado de ânimo negativo. Esses resultados apoiam a noção de que existe uma conexão importante entre aspectos médicos e psicológicos. Indicam também que é necessário ajudar os adolescentes transplantados a ter um bom auto-conceito e auto-estima. Intervenções psicológicas que possam facilitar o adolescente a ter consciência de seu corpo e de seu problema de saúde, ajudando-o a aceitar sua condição e suas limitações são necessárias para minimizar sofrimentos. |
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| Autores principais: | Castro, Elisa Kern de |
| Assunto: | Adolescentes Auto-conceito Auto-estima Bem-estar subjetivo Transplante de órgãos Adolescents Organ transplantation Self-concept Self-esteem Subjective well-being |
| Ano: | 2009 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | O presente estudo tem por objetivo examinar o bem- -estar subjetivo de adolescentes transplantados de órgãos sólidos e sua relação com auto-conceito, auto-estima e variáveis relacionadas à doença e ao transplante. Participaram do estudo 26 adolescentes transplantados com idades variando de 13 a 17 anos de idade, que estavam em tratamento de rotina pós-transplante em três hospitais públicos de Madrid, Espanha. Os adolescentes responderam a instrumentos que medem bem-estar subjetivo, auto-conceito e auto-estima, e a um questionário com dados sócio-demográficos e clínicos. A auto-estima mostrou ser uma variável preditora de estado de ânimo positivo nos adolescentes transplantados, enquanto o auto-conceito pessoal e o tempo em lista de espera foram preditoras de estado de ânimo negativo. Esses resultados apoiam a noção de que existe uma conexão importante entre aspectos médicos e psicológicos. Indicam também que é necessário ajudar os adolescentes transplantados a ter um bom auto-conceito e auto-estima. Intervenções psicológicas que possam facilitar o adolescente a ter consciência de seu corpo e de seu problema de saúde, ajudando-o a aceitar sua condição e suas limitações são necessárias para minimizar sofrimentos. |
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