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“Am i really all the things that are outside of me?” - Estudo correlacional sobre persistência pessoal e vinculação

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Sentindo a necessidade de uma compreensão global do que é ser individualmente reconhecido na sociedade pós-moderna, onde a mudança é valorizada, tentámos perceber que garantias de persistência pessoal dois grupos diferenciados pela idade e profissão (um grupo de alunos universitários e um grupo de professores) adoptavam. Utilizámos a entrevista de persistência pessoal, que Chandler et. al, (2003) desenvolveram a partir de um estudo que tentava compreender as elevadas taxas de suicídio entre os grupos de indígenas do Canadá. Adaptámos a entrevista por eles desenvolvida, e aplicámo-la a dois grupos pertencentes à cultura urbana ocidental. Correlacionámos a estratégia (Essencialista ou Narrativista) adoptada para a resolução do Paradoxo da Igualdade em Mudança, com o modelo de Vinculação que estes participantes demonstravam, e percebemos que a escolha da estratégia e o nível de complexidade associado não são totalmente determinados pela cultura em que os indivíduos estão inseridos. A capacidade de exploração, aspecto que um modelo de vinculação seguro favorece, indica-nos que a mudança é-nos também inerente. Torna-se assim cada vez mais evidente, a necessidade de reformular as teorias da identidade, onde ainda é muito presente a associação da mudança individual como um momento de crise e incapacidade de compromisso.
Autores principais:Metais, Clara Alice Liberato
Assunto:Persistência pessoal Mudança Vinculação Personal persistence Change Attachment
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Sentindo a necessidade de uma compreensão global do que é ser individualmente reconhecido na sociedade pós-moderna, onde a mudança é valorizada, tentámos perceber que garantias de persistência pessoal dois grupos diferenciados pela idade e profissão (um grupo de alunos universitários e um grupo de professores) adoptavam. Utilizámos a entrevista de persistência pessoal, que Chandler et. al, (2003) desenvolveram a partir de um estudo que tentava compreender as elevadas taxas de suicídio entre os grupos de indígenas do Canadá. Adaptámos a entrevista por eles desenvolvida, e aplicámo-la a dois grupos pertencentes à cultura urbana ocidental. Correlacionámos a estratégia (Essencialista ou Narrativista) adoptada para a resolução do Paradoxo da Igualdade em Mudança, com o modelo de Vinculação que estes participantes demonstravam, e percebemos que a escolha da estratégia e o nível de complexidade associado não são totalmente determinados pela cultura em que os indivíduos estão inseridos. A capacidade de exploração, aspecto que um modelo de vinculação seguro favorece, indica-nos que a mudança é-nos também inerente. Torna-se assim cada vez mais evidente, a necessidade de reformular as teorias da identidade, onde ainda é muito presente a associação da mudança individual como um momento de crise e incapacidade de compromisso.