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Fadiga do Zoom em contexto académico : o que este fenómeno implica nos estudantes universitários em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Devido à pandemia do COVID-19, o ensino presencial sofreu uma interrupção e o mundo abriu portas ao ensino à distância. Esta transição repentina e urgente no modo de ensino ocorreu com a finalidade de garantir a continuidade pedagógica, tendo as universidades se apoiado fortemente de plataformas online com capacidade para efetuar videochamadas com grupos de elevadas dimensões (e.g., Zoom Meetings). Após a transição do presencial para o exclusivamente online, a população começou a demonstrar diferentes sintomas, entre os quais cansaço, ansiedade, solidão, fadiga e desmotivação. Este fenómeno foi apelidado de fadiga do Zoom. O presente estudo pretende investigar o que é a fadiga do Zoom, o modo como os estudantes universitários em Portugal experienciaram o fenómeno e se o mesmo diverge entre os vários anos de escolaridade. Para a analise utilizou-se uma metodologia mista. A amostra é composta por 365 estudantes universitários do 1º ano de Licenciatura ao 1º ano de Mestrado, com idades compreendidas entre os 18 anos e os 24 anos. A análise dos resultados permitiu investigar a existência de sintomas associados à fadiga do Zoom, em que uma grande parte dos sentimentos mostraram ter concordância entre os quatro anos de escolaridade. Verificou-se, ainda, que os estudantes assumiram uma preferência pelo ensino misto e que não existem diferenças significativas relativamente ao ano escolar e à preferência no tipo de ensino.
Autores principais:Canané, Cátia Marina Martins
Assunto:COVID-19 Fadiga do Zoom Estudantes universitários Ensino à distância Ensino misto Zoom fatigue University students Online learning Blended learning
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Devido à pandemia do COVID-19, o ensino presencial sofreu uma interrupção e o mundo abriu portas ao ensino à distância. Esta transição repentina e urgente no modo de ensino ocorreu com a finalidade de garantir a continuidade pedagógica, tendo as universidades se apoiado fortemente de plataformas online com capacidade para efetuar videochamadas com grupos de elevadas dimensões (e.g., Zoom Meetings). Após a transição do presencial para o exclusivamente online, a população começou a demonstrar diferentes sintomas, entre os quais cansaço, ansiedade, solidão, fadiga e desmotivação. Este fenómeno foi apelidado de fadiga do Zoom. O presente estudo pretende investigar o que é a fadiga do Zoom, o modo como os estudantes universitários em Portugal experienciaram o fenómeno e se o mesmo diverge entre os vários anos de escolaridade. Para a analise utilizou-se uma metodologia mista. A amostra é composta por 365 estudantes universitários do 1º ano de Licenciatura ao 1º ano de Mestrado, com idades compreendidas entre os 18 anos e os 24 anos. A análise dos resultados permitiu investigar a existência de sintomas associados à fadiga do Zoom, em que uma grande parte dos sentimentos mostraram ter concordância entre os quatro anos de escolaridade. Verificou-se, ainda, que os estudantes assumiram uma preferência pelo ensino misto e que não existem diferenças significativas relativamente ao ano escolar e à preferência no tipo de ensino.