Publicação

Roubo de tempo organizacional: Qual o prejuízo?

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo tem como objetivo fornecer evidências empíricas adicionais sobre a associação entre o Engagement no trabalho e o Bem-estar laboral e testar se esta relação é moderada pelos comportamentos de Roubo de Tempo Organizacional. Para essa finalidade formularam-se as seguintes hipóteses: (1) O Engagement no trabalho tem uma associação significativa e positiva com o Bem-estar; (2) O Engagement no trabalho tem uma associação significativa e negativa com o Roubo de Tempo; (3) O Roubo de Tempo tem um efeito moderador na relação entre o Engagement no trabalho e o Bem-estar. Colaboraram neste estudo 154 participantes, colaboradores em diversas organizações sediados no território nacional. Os resultados revelaram o Engagement no trabalho tem um efeito significativo e positivo no Bem-estar, assim como na subescala da Saúde e um efeito significativo e negativo na subescala das Emoções Negativas. Existe ainda uma associação significativa e negativa entre o Engagement no trabalho e os comportamentos de Roubo de tempo, assim como com as dimensões Roubo de Tempo Clássico e Roubo de Tempo Tecnológico. Por fim comprovou-se o efeito de moderação dos comportamentos de Roubo de Tempo e de Roubo de Tempo Clássico na relação entre o Engagement no trabalho e o Bem-estar. Adicionalmente comprovou-se o efeito de moderação do Roubo de Tempo Clássico na relação entre o Engagement no trabalho e as Emoções Negativas.
Autores principais:Prata, Miguel José Gonçalves
Assunto:Engagement no trabalho Bem-estar no trabalho Roubo de tempo Organizacional work engagement Work well-being Organizational time theft
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Este estudo tem como objetivo fornecer evidências empíricas adicionais sobre a associação entre o Engagement no trabalho e o Bem-estar laboral e testar se esta relação é moderada pelos comportamentos de Roubo de Tempo Organizacional. Para essa finalidade formularam-se as seguintes hipóteses: (1) O Engagement no trabalho tem uma associação significativa e positiva com o Bem-estar; (2) O Engagement no trabalho tem uma associação significativa e negativa com o Roubo de Tempo; (3) O Roubo de Tempo tem um efeito moderador na relação entre o Engagement no trabalho e o Bem-estar. Colaboraram neste estudo 154 participantes, colaboradores em diversas organizações sediados no território nacional. Os resultados revelaram o Engagement no trabalho tem um efeito significativo e positivo no Bem-estar, assim como na subescala da Saúde e um efeito significativo e negativo na subescala das Emoções Negativas. Existe ainda uma associação significativa e negativa entre o Engagement no trabalho e os comportamentos de Roubo de tempo, assim como com as dimensões Roubo de Tempo Clássico e Roubo de Tempo Tecnológico. Por fim comprovou-se o efeito de moderação dos comportamentos de Roubo de Tempo e de Roubo de Tempo Clássico na relação entre o Engagement no trabalho e o Bem-estar. Adicionalmente comprovou-se o efeito de moderação do Roubo de Tempo Clássico na relação entre o Engagement no trabalho e as Emoções Negativas.