Publicação
Estudo da Basic Need Satisfaction in General Scale para a língua portuguesa
| Resumo: | Este estudo descreve o processo de adaptação da versão portuguesa, de 21 itens, da Basic Need Satisfaction in General Scale da teoria de auto-determinação. O instrumento é composto por três subescalas que correspondem às três necessidades básicas (a) competência, (b) autonomia e (c) relações de pertença. Foi administrado em dois estudos independentes, 420 e 408 participantes respectivamente, com amostras de conveniência da comunidade. A primeira fase incluiu tradução, retroversão e retradução; inspecção da equivalência lexical e de conteúdo; e reflexão falada. No processo de adaptação é aferido se a validade de conteúdo está de acordo com a teoria original. O estudo métrico revela valores baixos na consistência interna em algumas das subescalas. Numa análise exploratória inicial, em ambos os estudos, emergem três factores no scree plot, a maioria dos itens apresenta carga factorial apropriada no primeiro factor. Os resultados sugerem que a escala poderá ser utilizada na população portuguesa assumindo os princípios teóricos definidos pelos autores originais e reconhecidos na investigação. |
|---|---|
| Autores principais: | Sousa, Sónia S. |
| Outros Autores: | Ribeiro, José Luís Pais; Palmeira, António L.; Teixeira, Pedro J.; Silva, Marlene Nunes |
| Assunto: | Satisfação necessidades básicas Teoria auto-determinação Adaptação Basic needs satisfaction Self-determination theory Adaptation |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | Este estudo descreve o processo de adaptação da versão portuguesa, de 21 itens, da Basic Need Satisfaction in General Scale da teoria de auto-determinação. O instrumento é composto por três subescalas que correspondem às três necessidades básicas (a) competência, (b) autonomia e (c) relações de pertença. Foi administrado em dois estudos independentes, 420 e 408 participantes respectivamente, com amostras de conveniência da comunidade. A primeira fase incluiu tradução, retroversão e retradução; inspecção da equivalência lexical e de conteúdo; e reflexão falada. No processo de adaptação é aferido se a validade de conteúdo está de acordo com a teoria original. O estudo métrico revela valores baixos na consistência interna em algumas das subescalas. Numa análise exploratória inicial, em ambos os estudos, emergem três factores no scree plot, a maioria dos itens apresenta carga factorial apropriada no primeiro factor. Os resultados sugerem que a escala poderá ser utilizada na população portuguesa assumindo os princípios teóricos definidos pelos autores originais e reconhecidos na investigação. |
|---|