Publicação
Ansiedade e coping em crianças e adolescentes: Diferenças relacionadas com a idade e género
| Resumo: | As relações entre a ansiedade e as estratégias de coping e as diferenças destes constructos em função do género e da idade foram estudadas numa amostra de 916 crianças e adolescentes, estudantes de escolas de diversos concelhos do país, com uma média de idades de 14,4 anos (DP=2,62), dos quais 45,7% pertenciam ao género masculino e 54,3% ao género feminino. As medidas de avaliação utilizadas para operacionalizar as variáveis foram a Multidimensional Anxiety Scale for Children – MASC (March, 1997) e o Coping Responses Inventory – Youth Form – CRI-Y (Moos, 1993). Os resultados obtidos indicaram que os jovens mais velhos e os indivíduos do género feminino apresentaram níveis de ansiedade mais elevados e utilizam mais estratégias de coping, quando comparados com os jovens mais novos e com os indivíduos do género masculino. De igual modo foi encontrada uma correlação positiva entre a ansiedade e o coping e uma correlação positiva entre idade e coping, no sentido em que a utilização das estratégias de coping aumentam com a idade. Os resultados encontrados foram discutidos à luz da literatura e das suas implicações para a prática clínica. |
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| Autores principais: | Borges, Ana Inês |
| Outros Autores: | Manso, Dina Susana; Tomé, Gina; Matos, Margarida Gaspar de |
| Assunto: | Ansiedade Criança Adolescentes Estratégias de coping |
| Ano: | 2008 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | As relações entre a ansiedade e as estratégias de coping e as diferenças destes constructos em função do género e da idade foram estudadas numa amostra de 916 crianças e adolescentes, estudantes de escolas de diversos concelhos do país, com uma média de idades de 14,4 anos (DP=2,62), dos quais 45,7% pertenciam ao género masculino e 54,3% ao género feminino. As medidas de avaliação utilizadas para operacionalizar as variáveis foram a Multidimensional Anxiety Scale for Children – MASC (March, 1997) e o Coping Responses Inventory – Youth Form – CRI-Y (Moos, 1993). Os resultados obtidos indicaram que os jovens mais velhos e os indivíduos do género feminino apresentaram níveis de ansiedade mais elevados e utilizam mais estratégias de coping, quando comparados com os jovens mais novos e com os indivíduos do género masculino. De igual modo foi encontrada uma correlação positiva entre a ansiedade e o coping e uma correlação positiva entre idade e coping, no sentido em que a utilização das estratégias de coping aumentam com a idade. Os resultados encontrados foram discutidos à luz da literatura e das suas implicações para a prática clínica. |
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