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Papel do educador de infância na gestão de conflitos entre crianças em educação pré-escolar

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente relatório apresenta um estudo sobre o papel do educador de infância na mediação e gestão de conflitos entre crianças em contexto de educação pré-escolar. A investigação foi realizada numa sala de educação pré-escolar de um estabelecimento educativo cuja missão é promover a igualdade de direitos e deveres para todos os envolvidos. O estudo contou com a colaboração da educadora cooperante e com a participação de um grupo crianças com idades entre 4 e 5 anos. O interesse pelo tema surgiu no âmbito da Área de Conteúdo da Formação Pessoal e Social (OCEPE), levando à reflexão sobre intervenções que promovam um ambiente de respeito mútuo entre as crianças. A escolha do tema reflete a importância de estratégias educativas que favoreçam o desenvolvimento social e pessoal, proporcionando às crianças um espaço onde possam sentir-se ouvidas e respeitadas nos seus conflitos interpessoais. Tendo como base uma metodologia de investigação do tipo qualitativo, seguiu-se as suas características e, como instrumentos de recolha de dados, foi usada a observação, notas de campo e uma entrevista à educadora cooperante, sobre o seu papel na gestão de conflitos entre crianças em educação pré-escolar. A articulação entre os dados e o suporte teórico permitiu uma análise aprofundada sobre a temática, proporcionando respostas às questões de investigação. Destacou-se a importância de promover a autonomia das crianças e de valorizar o seu protagonismo no próprio processo de aprendizagem. Constatou-se que o educador de infância, ao intervir diante de conflitos, adota um papel mediador - seja de modo direto ou indireto -, com o objetivo de garantir que todos se sintam respeitados e de incentivar progressivamente a autogestão dos conflitos pelas próprias crianças, promovendo, assim, a sua autonomia e competência social.
Autores principais:Marques, Carolina Ferreira
Assunto:Educação pré-escolar Gestão de conflitos Estratégias de resolução de conflitos Papel do educador Preschool education Conflict management Conflict resolution strategies Educator’s role
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:O presente relatório apresenta um estudo sobre o papel do educador de infância na mediação e gestão de conflitos entre crianças em contexto de educação pré-escolar. A investigação foi realizada numa sala de educação pré-escolar de um estabelecimento educativo cuja missão é promover a igualdade de direitos e deveres para todos os envolvidos. O estudo contou com a colaboração da educadora cooperante e com a participação de um grupo crianças com idades entre 4 e 5 anos. O interesse pelo tema surgiu no âmbito da Área de Conteúdo da Formação Pessoal e Social (OCEPE), levando à reflexão sobre intervenções que promovam um ambiente de respeito mútuo entre as crianças. A escolha do tema reflete a importância de estratégias educativas que favoreçam o desenvolvimento social e pessoal, proporcionando às crianças um espaço onde possam sentir-se ouvidas e respeitadas nos seus conflitos interpessoais. Tendo como base uma metodologia de investigação do tipo qualitativo, seguiu-se as suas características e, como instrumentos de recolha de dados, foi usada a observação, notas de campo e uma entrevista à educadora cooperante, sobre o seu papel na gestão de conflitos entre crianças em educação pré-escolar. A articulação entre os dados e o suporte teórico permitiu uma análise aprofundada sobre a temática, proporcionando respostas às questões de investigação. Destacou-se a importância de promover a autonomia das crianças e de valorizar o seu protagonismo no próprio processo de aprendizagem. Constatou-se que o educador de infância, ao intervir diante de conflitos, adota um papel mediador - seja de modo direto ou indireto -, com o objetivo de garantir que todos se sintam respeitados e de incentivar progressivamente a autogestão dos conflitos pelas próprias crianças, promovendo, assim, a sua autonomia e competência social.