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Ensino de matemática e inclusão: concepções de professores da educação básica de escolas públicas da região do Minho – Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Considerando a quase inexistência de estudos focalizando o cotidiano da aula de Matemática para alunos com necessidades educativas especiais (NEE), buscamos realizar entrevistas com professores da área, que atuam na Educação Básica na região do Minho, Portugal. O presente estudo teve como objetivos investigar como esses professores que ensinam Matemática, entendem o conceito de NEE e, ainda, verificar que percentual desses profissionais, teve alguma formação pedagógica ou continuada para atuar com alunos especiais. Além disso, foram levantadas questões referentes à atuação pedagógica dos docentes em relação aos alunos com NEE presentes em suas classes. Foi utilizado um inventário para a coleta dos dados e os resultados preliminares foram semelhantes aos resultados encontrados na pesquisa realizada no Brasil: que os participantes conseguem caracterizar o tipo de NEE de seus alunos, contudo alguns não sabem identificar a deficiência de um aluno que não conheçam; alguns acham benéfica a inclusão do aluno com NEE em classes regulares, enquanto outros se sentem pouco à vontade com a presença desses alunos em suas classes, entre outros resultados.
Autores principais:Moreira, Geraldo Eustáquio
Outros Autores:Manrique, Ana Lúcia
Assunto:Ensino de matemática Inclusão Concepções de professores
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Considerando a quase inexistência de estudos focalizando o cotidiano da aula de Matemática para alunos com necessidades educativas especiais (NEE), buscamos realizar entrevistas com professores da área, que atuam na Educação Básica na região do Minho, Portugal. O presente estudo teve como objetivos investigar como esses professores que ensinam Matemática, entendem o conceito de NEE e, ainda, verificar que percentual desses profissionais, teve alguma formação pedagógica ou continuada para atuar com alunos especiais. Além disso, foram levantadas questões referentes à atuação pedagógica dos docentes em relação aos alunos com NEE presentes em suas classes. Foi utilizado um inventário para a coleta dos dados e os resultados preliminares foram semelhantes aos resultados encontrados na pesquisa realizada no Brasil: que os participantes conseguem caracterizar o tipo de NEE de seus alunos, contudo alguns não sabem identificar a deficiência de um aluno que não conheçam; alguns acham benéfica a inclusão do aluno com NEE em classes regulares, enquanto outros se sentem pouco à vontade com a presença desses alunos em suas classes, entre outros resultados.