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Um amigo só meu - Bases e consequências da criação de um amigo imaginário na infância"

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Mesmo sendo alvo de grande interesse já há algum tempo, o estudo dos amigos imaginários, poucas conclusões tem permitido. É consensual, no entanto, que o amigo imaginário surge aquando de um forte investimento, comummente, por parte de crianças entre os 3 e os 6 anos, num objeto/pessoa/animal cuja importância nas suas vidas pouco foi explorada. Desta forma, o presente estudo tem como objetivo explorar a relação da criança com o amigo imaginário e o seu respetivo impacto no futuro, através de recordações de cinco mulheres, entre os 18 e os 26 anos, recolhidas por meio de entrevistas semi-estruturadas. Os resultados obtidos permitiram compreender a influência do contexto em que a criança se insere ao criar um amigo imaginário e de que modo o desenvolvimento está relacionado com esta relação. Concluindo, foi possível compreender que os sentimentos de solidão na criança são comuns à origem desta forte ligação ao amigo imaginário, moldando-o conforme as suas necessidades, mas também acabando por ser moldada por este, tanto como seria no caso de um amigo real.
Autores principais:Fernandes, Cláudia Sofia Garoto
Assunto:Amigo imaginário Solidão Desenvolvimento do eu Imaginação Função analítica Imaginary friend loneliness Self-development Imagination Anaclitic function
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário

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