Publicação
Comportamento na dor do trabalho de parto em primíparas
| Resumo: | O objectivo era compreender os comportamentos na dor do trabalho de parto na primeira experiência do nascimento, por parte das parturientes, as enfermeiras e os maridos que acompanham. Os participantes são onze parturientes com idades compreendidas entre os vinte e os quarenta anos, cinco enfermeiras e dois maridos. Foi feita observação livre e a aplicação do questionário da dor de McGill durante o trabalho de parto. Vinte e quatro horas após o parto foram feitas entrevistas semi-estruturadas, sendo igual o procedimento para os maridos. As enfermeiras foram entrevistadas no bloco de partos. As notas de observação e transcrições de entrevistas foram analisadas de acordo com a Grounded Theory. Assim, emergiu um dinamismo entre os aspectos individuais e contextuais destacando-se nestes a intervenção da enfermeira através da atitude preventiva, suporte e cuidado, ajuda para respirar, informação/orientação e cuidado prospectivo, e a presença do marido caracterizada pela familiaridade, falta de empenho na gravidez, não desejar estar presente, falta de informação, insegurança e sentimentos de impotência, como determinantes que contribuem para o controlo/descontrolo, sendo que para algumas enfermeiras a presença do marido é considerada como factor de descontrolo. |
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| Autores principais: | Barros, Maria da Luz Ferreira |
| Assunto: | Psicologia da gravidez e da maternidade Primiparidade Nascimento Gravidez Psychology of pregnancy Birth Pregnancy Primipare |
| Ano: | 2006 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | O objectivo era compreender os comportamentos na dor do trabalho de parto na primeira experiência do nascimento, por parte das parturientes, as enfermeiras e os maridos que acompanham. Os participantes são onze parturientes com idades compreendidas entre os vinte e os quarenta anos, cinco enfermeiras e dois maridos. Foi feita observação livre e a aplicação do questionário da dor de McGill durante o trabalho de parto. Vinte e quatro horas após o parto foram feitas entrevistas semi-estruturadas, sendo igual o procedimento para os maridos. As enfermeiras foram entrevistadas no bloco de partos. As notas de observação e transcrições de entrevistas foram analisadas de acordo com a Grounded Theory. Assim, emergiu um dinamismo entre os aspectos individuais e contextuais destacando-se nestes a intervenção da enfermeira através da atitude preventiva, suporte e cuidado, ajuda para respirar, informação/orientação e cuidado prospectivo, e a presença do marido caracterizada pela familiaridade, falta de empenho na gravidez, não desejar estar presente, falta de informação, insegurança e sentimentos de impotência, como determinantes que contribuem para o controlo/descontrolo, sendo que para algumas enfermeiras a presença do marido é considerada como factor de descontrolo. |
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