Publicação
As formas de expressâo do preconceito na infância
| Resumo: | O objectivo deste estudo é verificar de que forma a idade das crianças influencia a forma de expressão de preconceito das mesmas, ou seja, de que forma se expressa o preconceito na infância, em dois grupos diferentes de idade (seis/sete anos e nove/dez anos), esperando-se que as crianças mais novas expressem o preconceito de forma directa e as mais velhas de forma indirecta, por terem interiorizado a norma social vigente anti-racista. Este estudo é experimental, tendo sido recolhida uma amostra de 120 participantes de uma escola homogénea da região de Cascais. Para testar as hipóteses colocadas recorreu-se a ANOVAS e ao Teste de Scheffé (comparação múltipla de médias). Desta forma, observa-se que, ao contrário do que se tinha proposto, tanto as crianças mais novas como as crianças mais velhas expressam-se de forma indirecta no que diz respeito ao preconceito face a indivíduos negros, ou seja, estas crianças são justas na distribuição de recursos, mas por exemplo, as crianças mais novas ao colocarem-se no papel de outro, como a mãe e o melhor amigo, já expressam o racismo de forma indirecta. Deve ainda referir-se que as crianças mais novas e mais novas seguem a norma social do pai. |
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| Autores principais: | Ribeiro, Marta Arqueiro Bonifácio |
| Assunto: | Preconceito Racismo Infância Prejudice Racism Childhood |
| Ano: | 2008 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | O objectivo deste estudo é verificar de que forma a idade das crianças influencia a forma de expressão de preconceito das mesmas, ou seja, de que forma se expressa o preconceito na infância, em dois grupos diferentes de idade (seis/sete anos e nove/dez anos), esperando-se que as crianças mais novas expressem o preconceito de forma directa e as mais velhas de forma indirecta, por terem interiorizado a norma social vigente anti-racista. Este estudo é experimental, tendo sido recolhida uma amostra de 120 participantes de uma escola homogénea da região de Cascais. Para testar as hipóteses colocadas recorreu-se a ANOVAS e ao Teste de Scheffé (comparação múltipla de médias). Desta forma, observa-se que, ao contrário do que se tinha proposto, tanto as crianças mais novas como as crianças mais velhas expressam-se de forma indirecta no que diz respeito ao preconceito face a indivíduos negros, ou seja, estas crianças são justas na distribuição de recursos, mas por exemplo, as crianças mais novas ao colocarem-se no papel de outro, como a mãe e o melhor amigo, já expressam o racismo de forma indirecta. Deve ainda referir-se que as crianças mais novas e mais novas seguem a norma social do pai. |
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