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Jogos virtuais violentos e agressividade na adolescência : Qual a relação?

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Os videojogos, são considerados hoje em dia um dos entretenimentos mais populares entre os jovens, desempenhando um papel muito importante na sua socialização (Holmes & Pellegrini, 2005; Colwell, 2007). São variadas as formas de utilização, consolas, computadores, televisões e até telemóveis, tendo desta forma, milhares de jogadores em todo o mundo (Rosa, 1998). Muitos autores estudaram esta temática através do Modelo Geral da Agressão, procurando explicar os efeitos, a curto e a longo prazo, dos videojogos violentos nos adolescentes. Segundo Bandura (1973) existe a possibilidade de desenvolver técnicas agressivas de comportamento, bem como o surgimento da desinibição e facilitação da agressividade interpessoal. A preocupação relacionada com os efeitos à exposição da violência protagonizada nos videojogos gerou uma grande curiosidade na investigação. Surgiram assim nos anos 80 vários autores que estudaram esta temática, com o intuito de avaliar os impactos desta nova forma de entretenimento, nomeadamente porque muitos dos jogadores são crianças e adolescentes, e estes são mais susceptíveis e vulneráveis à sua influência (Zagaldo, 2013). Foram muitos os autores que chegaram à mesma conclusão, ao observarem uma relação entre “jogar jogos violentos” e “agressividade juvenil”. O objetivo principal deste estudo é compreender se a utilização contínua de videojogos violentos na adolescência pode causar uma maior utilização de agressividade na resolução de dilemas.
Autores principais:Verde, Joana Gomes Vila
Assunto:Adolescência Videojogos violentos Agressividade Adolescence Aggressive videogames Aggression
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Os videojogos, são considerados hoje em dia um dos entretenimentos mais populares entre os jovens, desempenhando um papel muito importante na sua socialização (Holmes & Pellegrini, 2005; Colwell, 2007). São variadas as formas de utilização, consolas, computadores, televisões e até telemóveis, tendo desta forma, milhares de jogadores em todo o mundo (Rosa, 1998). Muitos autores estudaram esta temática através do Modelo Geral da Agressão, procurando explicar os efeitos, a curto e a longo prazo, dos videojogos violentos nos adolescentes. Segundo Bandura (1973) existe a possibilidade de desenvolver técnicas agressivas de comportamento, bem como o surgimento da desinibição e facilitação da agressividade interpessoal. A preocupação relacionada com os efeitos à exposição da violência protagonizada nos videojogos gerou uma grande curiosidade na investigação. Surgiram assim nos anos 80 vários autores que estudaram esta temática, com o intuito de avaliar os impactos desta nova forma de entretenimento, nomeadamente porque muitos dos jogadores são crianças e adolescentes, e estes são mais susceptíveis e vulneráveis à sua influência (Zagaldo, 2013). Foram muitos os autores que chegaram à mesma conclusão, ao observarem uma relação entre “jogar jogos violentos” e “agressividade juvenil”. O objetivo principal deste estudo é compreender se a utilização contínua de videojogos violentos na adolescência pode causar uma maior utilização de agressividade na resolução de dilemas.