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Escala de eficácia de equipas (3Es) : Adaptação para o contexto português

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho apresenta os resultados da adaptação da Escala de Eficácia de Equipa (3Es) para a população portuguesa. As propriedades psicométricas do instrumento foram analisadas numa amostra de 1605 trabalhadores de diferentes áreas profissionais. A estrutura tri-fatorial (desempenho, viabilidade e clima) inicialmente proposta por Aubé e Rousseau (2005) foi testada através de uma validação cruzada. Os resultados demonstraram um bom ajustamento do modelo teórico e sugeriram a presença de um fator latente de 2ª ordem tanto na amostra de treino como na amostra de validação. De igual modo, foram encontrados bons indicadores de consistência interna das respetivas dimensões, variando entre .79 e .91. Por último, são discutidas as implicações metodológicas e práticas do trabalho e apresentadas sugestões para futuros estudos de adaptação de instrumentos de diagnóstico organizacional.
Autores principais:Vicente, Ângelo Miguel Guerreiro
Outros Autores:Rodrigues, Bruno Soares; Oliveira, Teresa Cristina Clímaco Monteiro d'
Assunto:Eficácia de equipa Desempenho de equipa Validação cruzada Tradução e adaptação cultural Team effectiveness Team performance Cross-validation Translation and cultural adaptation
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Este trabalho apresenta os resultados da adaptação da Escala de Eficácia de Equipa (3Es) para a população portuguesa. As propriedades psicométricas do instrumento foram analisadas numa amostra de 1605 trabalhadores de diferentes áreas profissionais. A estrutura tri-fatorial (desempenho, viabilidade e clima) inicialmente proposta por Aubé e Rousseau (2005) foi testada através de uma validação cruzada. Os resultados demonstraram um bom ajustamento do modelo teórico e sugeriram a presença de um fator latente de 2ª ordem tanto na amostra de treino como na amostra de validação. De igual modo, foram encontrados bons indicadores de consistência interna das respetivas dimensões, variando entre .79 e .91. Por último, são discutidas as implicações metodológicas e práticas do trabalho e apresentadas sugestões para futuros estudos de adaptação de instrumentos de diagnóstico organizacional.