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Bem-estar subjectivo e espiritual na experiência da prática mediatativa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A qualidade da experiência de meditação pode ser mais relevante do que os benefícios dos seus efeitos, existindo portanto, uma necessidade de avaliar a qualidade de meditação, em vez de apenas os benefícios que ela nos traz (Kabat-Zinn et al., 1986). Por isso, neste estudo achou se pertinente a utilização de uma escala que avalia-se as aptidões cognitivas, efeitos físicos, emocionais e espirituais de meditação tanto durante a meditação como na vida quotidiana. Este estudo pretende investigar a relação entre a prática da meditação, bem-estar espiritual e bem-estar subjetivo, assim como, a experiencia de meditadores durante a meditação e efeitos percebidos no dia-a-dia. Também se pretende verificar se a meditação é indutora de um maior bem-estar espiritual e subjetivo, comparando meditadores com não meditadores. Os instrumentos utilizados foram a Escala de Avaliação da Experiência Meditativa de Reavley & Pallant (2009), a Escala de Bem- Estar Espiritual, “Spiritual Health And Life-Orientation Measure” (SHALOM), Escala da Satisfação com a vida de Diener e Escala de Afectos positivos e negativos (PANAS). A primeira sub-amostra foi selecionada por conveniência, constituindo-se por praticantes de vários tipos de meditação e a segunda, constituiu-se por pessoas da população em geral.
Autores principais:Meira , Joana Filipa Carambola
Assunto:Meditação Bem-estar subjetivo Bem-estar espiritual Meditation Subjective well-being Spiritual well-being
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:A qualidade da experiência de meditação pode ser mais relevante do que os benefícios dos seus efeitos, existindo portanto, uma necessidade de avaliar a qualidade de meditação, em vez de apenas os benefícios que ela nos traz (Kabat-Zinn et al., 1986). Por isso, neste estudo achou se pertinente a utilização de uma escala que avalia-se as aptidões cognitivas, efeitos físicos, emocionais e espirituais de meditação tanto durante a meditação como na vida quotidiana. Este estudo pretende investigar a relação entre a prática da meditação, bem-estar espiritual e bem-estar subjetivo, assim como, a experiencia de meditadores durante a meditação e efeitos percebidos no dia-a-dia. Também se pretende verificar se a meditação é indutora de um maior bem-estar espiritual e subjetivo, comparando meditadores com não meditadores. Os instrumentos utilizados foram a Escala de Avaliação da Experiência Meditativa de Reavley & Pallant (2009), a Escala de Bem- Estar Espiritual, “Spiritual Health And Life-Orientation Measure” (SHALOM), Escala da Satisfação com a vida de Diener e Escala de Afectos positivos e negativos (PANAS). A primeira sub-amostra foi selecionada por conveniência, constituindo-se por praticantes de vários tipos de meditação e a segunda, constituiu-se por pessoas da população em geral.