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"O impacto que os padrões de vinculação têm sobre o desenvolvimento de ataques de pânico

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Teoria da Vinculação postula que a relação de vinculação primárias se inicia logo após o nascimento, prolongando-se por todas as fases do ciclo de vida. Há uma uniformidade na sua natureza, ou seja, o que ocorre durante a infância será propagado para a adolescência e assim consecutivamente. A qualidade do vínculo estabelecido precocemente irá acompanhar o indivíduo nos diferentes momentos e domínios do seu percurso desenvolvimental e existencial, estando a qualidade desse vínculo associada à presença ou ausência de perturbações psicopatológicas. Neste sentido, o presente estudo tem como objetivo estudar a relação existente entre a perturbação psicopatológica, mais concretamente os ataques de pânico, e os estilos de vinculação. Participaram neste trabalho 62 indivíduos, com idades compreendidas entre os 18 e 32 anos de idade, estando todos a frequentar o ensino superior. Do total dos participantes, 31 têm ataques de pânico e os restantes 31 não têm ataques de pânico. Para avaliação das variáveis utilizaram-se a Escala de Vinculação do Adulto e o Questionário sobre Ataques de Pânico, disponibilizados online. A análise dos resultados demonstrou, através do Teste do Qui-Quadrado de independência, que ter ou não ataques de pânico é dependente do estilo de vinculação (c2 (2) = 0.021; p < 0,05; N = 62).
Autores principais:Caroline Pamela Pereira, Caroline Pamela
Assunto:Vinculação Qualidade da Vinculação Ataques de pânico Psicopatologia Attachment Quality of attachment Psychopathology Panic attacks
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:A Teoria da Vinculação postula que a relação de vinculação primárias se inicia logo após o nascimento, prolongando-se por todas as fases do ciclo de vida. Há uma uniformidade na sua natureza, ou seja, o que ocorre durante a infância será propagado para a adolescência e assim consecutivamente. A qualidade do vínculo estabelecido precocemente irá acompanhar o indivíduo nos diferentes momentos e domínios do seu percurso desenvolvimental e existencial, estando a qualidade desse vínculo associada à presença ou ausência de perturbações psicopatológicas. Neste sentido, o presente estudo tem como objetivo estudar a relação existente entre a perturbação psicopatológica, mais concretamente os ataques de pânico, e os estilos de vinculação. Participaram neste trabalho 62 indivíduos, com idades compreendidas entre os 18 e 32 anos de idade, estando todos a frequentar o ensino superior. Do total dos participantes, 31 têm ataques de pânico e os restantes 31 não têm ataques de pânico. Para avaliação das variáveis utilizaram-se a Escala de Vinculação do Adulto e o Questionário sobre Ataques de Pânico, disponibilizados online. A análise dos resultados demonstrou, através do Teste do Qui-Quadrado de independência, que ter ou não ataques de pânico é dependente do estilo de vinculação (c2 (2) = 0.021; p < 0,05; N = 62).