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Narrativa sistémica entre os Jovens com comportamentos autolesivos e os seus professores

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Os comportamentos autolesivos têm vindo a aumentar entre os adolescentes portugueses, pelo que será fundamental entender o impacto que os contextos, com os quais interagem, têm para o seu sentir, em especial a dimensão escolar. Através da metodologia qualitativa, o presente estudo aborda alunos e professores, com o objetivo de explorar sentires, o domínio acerca do tema, a perceção de risco, identificar fatores influenciadores, como se dá o pedido de ajuda, bem como identificar o que poderá estar a faltar para o decréscimo destas problemáticas. Através de entrevistas semi-diretivas, foram entrevistados 8 alunos de uma escola profissional, com idades compreendidas entre os 15 e os 18 anos de idade e 8 professores desses mesmos alunos. Os resultados reforçam que as dimensões familiar, escolar e social impactam, de facto, o sentir destes jovens, sendo a falta de compreensão, de empatia, de disponibilidade e de atenção fenómenos que se constituem como barreiras na aproximação. No respeitante aos professores, aflora o constrangimento, a falta de qualificações e de tempo para lidarem, de forma qualitativa, com o sentir destes jovens.
Autores principais:Mendes, Sandra Isabel de Oliveira
Assunto:Adolescência Comportamentos autolesivos Escola Professores Família Adolescence Self-harm behaviors School Teachers Family
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Os comportamentos autolesivos têm vindo a aumentar entre os adolescentes portugueses, pelo que será fundamental entender o impacto que os contextos, com os quais interagem, têm para o seu sentir, em especial a dimensão escolar. Através da metodologia qualitativa, o presente estudo aborda alunos e professores, com o objetivo de explorar sentires, o domínio acerca do tema, a perceção de risco, identificar fatores influenciadores, como se dá o pedido de ajuda, bem como identificar o que poderá estar a faltar para o decréscimo destas problemáticas. Através de entrevistas semi-diretivas, foram entrevistados 8 alunos de uma escola profissional, com idades compreendidas entre os 15 e os 18 anos de idade e 8 professores desses mesmos alunos. Os resultados reforçam que as dimensões familiar, escolar e social impactam, de facto, o sentir destes jovens, sendo a falta de compreensão, de empatia, de disponibilidade e de atenção fenómenos que se constituem como barreiras na aproximação. No respeitante aos professores, aflora o constrangimento, a falta de qualificações e de tempo para lidarem, de forma qualitativa, com o sentir destes jovens.