Publicação
Intervenção do enfermeiro na identificação e sinalização de maus-tratos à criança em contexto hospitalar
| Resumo: | Introdução: Os maus tratos infantis caracterizam-se como todas as formas de lesão física ou psicológica, abuso sexual, negligência ou tratamento negligente, exploração comercial ou outro tipo de exploração, resultando em danos atuais ou potenciais para a saúde da criança, sua sobrevivência, desenvolvimento ou dignidade num contexto de uma relação de responsabilidade, confiança ou poder (WHO & International Society for Prevention of Child Abuse and Neglect, 2006, p.9). O relatório anual de 2020 das estatísticas da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) reporta que o número médio de crianças vítimas de maus-tratos em Portugal é de 1841 por ano. Assim, é fundamental a intervenção do enfermeiro em detetar, encaminhar e intervir na sinalização da criança em situação de risco. Objetivo: Identificar as intervenções de enfermagem na deteção e sinalização dos maus-tratos à criança hospitalizada. Métodos: Revisão integrativa da literatura, segundo Whittemore & Knafl (2005), com recurso às bases de dados CINAHL e MEDLINE, com aplicação de critérios de inclusão e exclusão. Resultados: As intervenções de enfermagem na deteção e sinalização dos maus-tratos infantis são multifacetadas, envolvendo desde a suspeita e deteção inicial até a notificação formal e encaminhamento adequado. Conclusão: Com a implementação de estratégias para detetar e sinalizar casos suspeitos de maus-tratos infantis, verifica-se um aumento no número de crianças encaminhadas para entidades promotoras da proteção e dos direitos das crianças, favorecendo uma deteção precoce que promove o bem-estar e o desenvolvimento infantil. |
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| Autores principais: | Soares, Jéssica |
| Outros Autores: | Simões, Margarida; Campos, Mariana; Almeida, Tânia |
| Assunto: | Life and Healthcare Sciences |
| Ano: | 2026 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Viseu |
| Idioma: | português |
| Origem: | Millenium |
| Resumo: | Introdução: Os maus tratos infantis caracterizam-se como todas as formas de lesão física ou psicológica, abuso sexual, negligência ou tratamento negligente, exploração comercial ou outro tipo de exploração, resultando em danos atuais ou potenciais para a saúde da criança, sua sobrevivência, desenvolvimento ou dignidade num contexto de uma relação de responsabilidade, confiança ou poder (WHO & International Society for Prevention of Child Abuse and Neglect, 2006, p.9). O relatório anual de 2020 das estatísticas da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) reporta que o número médio de crianças vítimas de maus-tratos em Portugal é de 1841 por ano. Assim, é fundamental a intervenção do enfermeiro em detetar, encaminhar e intervir na sinalização da criança em situação de risco. Objetivo: Identificar as intervenções de enfermagem na deteção e sinalização dos maus-tratos à criança hospitalizada. Métodos: Revisão integrativa da literatura, segundo Whittemore & Knafl (2005), com recurso às bases de dados CINAHL e MEDLINE, com aplicação de critérios de inclusão e exclusão. Resultados: As intervenções de enfermagem na deteção e sinalização dos maus-tratos infantis são multifacetadas, envolvendo desde a suspeita e deteção inicial até a notificação formal e encaminhamento adequado. Conclusão: Com a implementação de estratégias para detetar e sinalizar casos suspeitos de maus-tratos infantis, verifica-se um aumento no número de crianças encaminhadas para entidades promotoras da proteção e dos direitos das crianças, favorecendo uma deteção precoce que promove o bem-estar e o desenvolvimento infantil. |
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