Publicação
Retratos setecentistas em Oeiras: contributos para o estudo da genealogia iconográfica do Marquês de Pombal
| Resumo: | O presente artigo tem como objectivos centrais o de estudar a iconografia do 1.º Marquês de Pombal e o de estabelecer uma genealogia de imagens que nos permita entender melhor a evolução da retratística pombalina. A inexistência de um trabalho monográfico sobre a retratística de Sebastião José de Carvalho e Melo (1699-1782) é facto singular dada a relevância histórica e cultural desta personagem histórica. Os esforços empreendidos por outros autores no passado, de que destacamos Ernesto Soares, José Augusto França e, mais recentemente, Luísa Arruda, não esgotaram o tema e, por esse motivo, muito há a investigar sobre esta temática no contexto mais alargado da segunda metade do século XVIII. Não sendo o momento presente propício a tal empresa, que exige investigação de maior fôlego dado o número considerável de retratos a ter em conta, procurámos neste artigo traçar uma breve panorâmica sobre a genealogia da iconografia pombalina, integrando-a no espaço e no tempo e destacando os exemplos presentes no Palácio Pombal de Oeiras, nomeadamente a magnífica tela de Louis-Michel Van Loo (1707-1771) e Claude Vernet (1714-1789), hoje na Câmara Municipal de Oeiras, e a pintura da Concordia Fratrum de Joana Inácia Monteiro (1711-1781), habitualmente designada por Joana do Salitre. |
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| Autores principais: | Flor, Susana Varela |
| Outros Autores: | Flor, Pedro |
| Assunto: | Retrato Barroco Iconografia Oeiras Marquês de Pombal Baroque portraiture Marquis of Pombal Iconography |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Aberta |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Aberto da Universidade Aberta |
| Resumo: | O presente artigo tem como objectivos centrais o de estudar a iconografia do 1.º Marquês de Pombal e o de estabelecer uma genealogia de imagens que nos permita entender melhor a evolução da retratística pombalina. A inexistência de um trabalho monográfico sobre a retratística de Sebastião José de Carvalho e Melo (1699-1782) é facto singular dada a relevância histórica e cultural desta personagem histórica. Os esforços empreendidos por outros autores no passado, de que destacamos Ernesto Soares, José Augusto França e, mais recentemente, Luísa Arruda, não esgotaram o tema e, por esse motivo, muito há a investigar sobre esta temática no contexto mais alargado da segunda metade do século XVIII. Não sendo o momento presente propício a tal empresa, que exige investigação de maior fôlego dado o número considerável de retratos a ter em conta, procurámos neste artigo traçar uma breve panorâmica sobre a genealogia da iconografia pombalina, integrando-a no espaço e no tempo e destacando os exemplos presentes no Palácio Pombal de Oeiras, nomeadamente a magnífica tela de Louis-Michel Van Loo (1707-1771) e Claude Vernet (1714-1789), hoje na Câmara Municipal de Oeiras, e a pintura da Concordia Fratrum de Joana Inácia Monteiro (1711-1781), habitualmente designada por Joana do Salitre. |
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