Publicação
Ciberperformance: da transposição à inovação
| Resumo: | Este artigo visa explorar e identificar formas de ciberperformance nativas do meio digital e/ou telemático, com especial ênfase nas surgidas durante o período pandémico. As tecnologias digitais contribuem para a alteração ou disrupção de práticas estabelecidas, criando oportunidades de inovação em toda a economia criativa. Este fenómeno foi potenciado pela pandemia do COVID-19, que ao dificultar a fruição dos espaços públicos, contribuiu para um aumento significativo de experiências ao vivo nas principais redes sociais. Para tal, a resposta imediata de artistas e instituições das artes foi a transposição literal dos seus eventos e criações para sistemas de videoconferência ou videodifusão, como Zoom, Microsoft Teams ou Google Meet. No entanto, os nativos digitais encontraram caminhos e motivações para ir além da simples transposição da exibição ou performance tradicional para as redes sociais e media digitais, dando origem ao que se pode designar por ciberperformance nativa, constituindo novos formatos artísticos e produtos culturais, cuja criação é moldada pelas próprias tecnologias e redes de informação. Importa, pois, explorar a natureza da literacia digital artística, criativa e performativa. E importa entender como a experiência estética, participativa e de interação social das audiências é moldada pela fruição artística destas ciberperformances nativas. |
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| Autores principais: | Veiga, Pedro Alves da |
| Assunto: | Ciberperformance Nativos digitais COVID-19 Criação digital Média-arte performativa Cyber-performance Digital natives Digital creation Performative media art |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Aberta |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Aberto da Universidade Aberta |
| Resumo: | Este artigo visa explorar e identificar formas de ciberperformance nativas do meio digital e/ou telemático, com especial ênfase nas surgidas durante o período pandémico. As tecnologias digitais contribuem para a alteração ou disrupção de práticas estabelecidas, criando oportunidades de inovação em toda a economia criativa. Este fenómeno foi potenciado pela pandemia do COVID-19, que ao dificultar a fruição dos espaços públicos, contribuiu para um aumento significativo de experiências ao vivo nas principais redes sociais. Para tal, a resposta imediata de artistas e instituições das artes foi a transposição literal dos seus eventos e criações para sistemas de videoconferência ou videodifusão, como Zoom, Microsoft Teams ou Google Meet. No entanto, os nativos digitais encontraram caminhos e motivações para ir além da simples transposição da exibição ou performance tradicional para as redes sociais e media digitais, dando origem ao que se pode designar por ciberperformance nativa, constituindo novos formatos artísticos e produtos culturais, cuja criação é moldada pelas próprias tecnologias e redes de informação. Importa, pois, explorar a natureza da literacia digital artística, criativa e performativa. E importa entender como a experiência estética, participativa e de interação social das audiências é moldada pela fruição artística destas ciberperformances nativas. |
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