Publicação
Medidas ultrassonográficas da espessura muscular e força isocinética e isométrica dos rotadores do ombro em atletas de voleibol com e sem atrofia do músculo infraespinhoso: estudo observacional analítico transversal
| Resumo: | O ombro é uma das regiões mais afetadas por lesões no voleibol, frequentemente associadas a desequilíbrios musculares dos rotadores glenoumerais. A atrofia visual do infraespinhoso (IE), ao comprometer a sua função contrátil e estabilizadora, pode afetar a funcionalidade do ombro e a performance desportiva. Comparar a espessura muscular (IE, supraespinhoso e redondo menor) e a força dos rotadores do ombro em atletas com e sem atrofia visual do IE. Estudo observacional transversal com 29 atletas de voleibol, divididos em grupo com atrofia (AVI; n=10) e sem atrofia (SAVI; n=19). Avaliaram-se as espessuras musculares por ultrassonografia e a força isocinética concêntrica (60°/s; 120°/s) e isométrica (0°, 15° e 30° de rotação externa). Resultados: Não se observaram diferenças nas espessuras musculares nem no pico de torque. Contudo, o grupo AVI apresentou maiores défices de trabalho no membro dominante (rotação interna a 60°/s, p=0,021; rotação externa a 120°/s, p=0,044), rácios agonista/antagonista inferiores no não dominante (120°/s, p=0,012) e tempos de desaceleração superiores em rotação interna no membro não dominante (120°/s, p=0,025; isométrica a 15°, p=0,014) e no membro dominante (isométrica a 30°, p=0,022). A atrofia do IE associa-se a alterações funcionais, sem correspondência morfológica. Estes achados reforçam a importância de integrar avaliação imagiológica e isocinética na monitorização e prevenção de lesões no voleibol. |
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| Autores principais: | Moreira, Matilde Miranda |
| Assunto: | Voleibo Rotadores do ombro Atrofia do infraespinhoso Ultrassonografia musculoesquelética Força isocinética |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico do Porto |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico do Porto |
| Resumo: | O ombro é uma das regiões mais afetadas por lesões no voleibol, frequentemente associadas a desequilíbrios musculares dos rotadores glenoumerais. A atrofia visual do infraespinhoso (IE), ao comprometer a sua função contrátil e estabilizadora, pode afetar a funcionalidade do ombro e a performance desportiva. Comparar a espessura muscular (IE, supraespinhoso e redondo menor) e a força dos rotadores do ombro em atletas com e sem atrofia visual do IE. Estudo observacional transversal com 29 atletas de voleibol, divididos em grupo com atrofia (AVI; n=10) e sem atrofia (SAVI; n=19). Avaliaram-se as espessuras musculares por ultrassonografia e a força isocinética concêntrica (60°/s; 120°/s) e isométrica (0°, 15° e 30° de rotação externa). Resultados: Não se observaram diferenças nas espessuras musculares nem no pico de torque. Contudo, o grupo AVI apresentou maiores défices de trabalho no membro dominante (rotação interna a 60°/s, p=0,021; rotação externa a 120°/s, p=0,044), rácios agonista/antagonista inferiores no não dominante (120°/s, p=0,012) e tempos de desaceleração superiores em rotação interna no membro não dominante (120°/s, p=0,025; isométrica a 15°, p=0,014) e no membro dominante (isométrica a 30°, p=0,022). A atrofia do IE associa-se a alterações funcionais, sem correspondência morfológica. Estes achados reforçam a importância de integrar avaliação imagiológica e isocinética na monitorização e prevenção de lesões no voleibol. |
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