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Erros de tradução no mRNA e instabilidade genómica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Um conhecimento alargado sobre o impacto de erros de tradução do mRNA pode ajudar a compreender a biologia do stress proteotóxico. A inserção de um tRNA ambíguo (tRNACAG Ser) em Saccharomyces cerevisiae permitiu obter um sistema celular modelo para o estudo do impacto de uma elevada taxa de erro de tradução em células eucarióticas. Estes erros estão associados à acumulação de proteínas agregadas que destabilizam a homeostase celular. Neste trabalho estudaram-se 6 estirpes diferentes de Saccharomyces cerevisiae, submetendo-as a diferentes tipos de stress externos e testando vários parâmetros celulares, nomeadamente: o nível de ROS intracelular, alterações de ploidia e expressão genética. Estes erros não conferiram aumento de resistência a stresses ambientais e verificou-se que em geral provocaram aumento de stress oxidativo. A nível da ploidia foram registadas alterações, apresentando-se o estado diplóide como o mais estável nestas estirpes. No que toca ao estudo expressão genética, conseguiu-se encontrar uma resposta comum entre estirpes. Com este trabalho surgiram novas questões sobre o impacto dos erros da síntese proteica na célula, sendo necessários mais testes para caracterizar a resposta ao stress proteotóxico induzido por erros de tradução.
Autores principais:Jesus, Ana Filipa Ligeiro de
Assunto:Biotecnologia Ácido ribonucleico - Replicação Stresse oxidativo Saccharomyces cerevisiae
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Aveiro
Idioma:português
Origem:RIA - Repositório Institucional da Universidade de Aveiro
Descrição
Resumo:Um conhecimento alargado sobre o impacto de erros de tradução do mRNA pode ajudar a compreender a biologia do stress proteotóxico. A inserção de um tRNA ambíguo (tRNACAG Ser) em Saccharomyces cerevisiae permitiu obter um sistema celular modelo para o estudo do impacto de uma elevada taxa de erro de tradução em células eucarióticas. Estes erros estão associados à acumulação de proteínas agregadas que destabilizam a homeostase celular. Neste trabalho estudaram-se 6 estirpes diferentes de Saccharomyces cerevisiae, submetendo-as a diferentes tipos de stress externos e testando vários parâmetros celulares, nomeadamente: o nível de ROS intracelular, alterações de ploidia e expressão genética. Estes erros não conferiram aumento de resistência a stresses ambientais e verificou-se que em geral provocaram aumento de stress oxidativo. A nível da ploidia foram registadas alterações, apresentando-se o estado diplóide como o mais estável nestas estirpes. No que toca ao estudo expressão genética, conseguiu-se encontrar uma resposta comum entre estirpes. Com este trabalho surgiram novas questões sobre o impacto dos erros da síntese proteica na célula, sendo necessários mais testes para caracterizar a resposta ao stress proteotóxico induzido por erros de tradução.