Publicação
Comprimentos de encurvadura em pórticos metálicos em situação de incêndio
| Resumo: | As exigências estruturais referentes à segurança de estruturas metálicas em situação de incêndio construídas em território europeu e brasileiro são delimitadas, respectivamente, pela EN 1993-1-2 e pela ABNT NBR 14323:2013. Em situação de incêndio, ambas as normas não são claras quando se refere ao comprimento de encurvadura a utilizar na verificação da resistência ao fogo de uma coluna pertencente a um pórtico não contraventado, indicando apenas que em regra geral deve ser determinado da mesma forma que à temperatura normal. Contudo, no caso de um pórtico contraventado no qual cada pavimento constitua um compartimento de incêndio separado com resistência ao fogo suficiente, o Eurocódigo 3 e a ABNT NBR 14323:2013 sugerem valores específicos para os comprimentos de encurvadura. A Parte 1-2 do Eurocódigo 3 também não especifica quais esforços devem ser considerados na verificação do tempo de resistência ao fogo, não define o que são estruturas contraventadas e não deixa claro se as formulações adotadas no método simplificado de cálculo de elementos podem ser estendidas ao incêndio natural. O presente estudo tem como objetivo avaliar o fenómeno de instabilidade de pórticos metálicos sujeitos à ação do fogo, a fim de determinar os comprimentos de encurvadura mais apropriados para a verificação de estruturas de aço em situação de incêndio, através dos programas de elementos finitos SAFIR, CAST3M associado com o Cload+. Pretende-se ainda propor uma metodologia de cálculo para análise de estruturas metálicas em situação de incêndio. |
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| Autores principais: | Silva, Thiago Dias de Araújo e |
| Assunto: | Engenharia civi lConstruções metálicas - Ductilidade Encurvadura Aço - Resistência ao fogo |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | tese de doutoramento |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Aveiro |
| Idioma: | inglês |
| Origem: | RIA - Repositório Institucional da Universidade de Aveiro |
| Resumo: | As exigências estruturais referentes à segurança de estruturas metálicas em situação de incêndio construídas em território europeu e brasileiro são delimitadas, respectivamente, pela EN 1993-1-2 e pela ABNT NBR 14323:2013. Em situação de incêndio, ambas as normas não são claras quando se refere ao comprimento de encurvadura a utilizar na verificação da resistência ao fogo de uma coluna pertencente a um pórtico não contraventado, indicando apenas que em regra geral deve ser determinado da mesma forma que à temperatura normal. Contudo, no caso de um pórtico contraventado no qual cada pavimento constitua um compartimento de incêndio separado com resistência ao fogo suficiente, o Eurocódigo 3 e a ABNT NBR 14323:2013 sugerem valores específicos para os comprimentos de encurvadura. A Parte 1-2 do Eurocódigo 3 também não especifica quais esforços devem ser considerados na verificação do tempo de resistência ao fogo, não define o que são estruturas contraventadas e não deixa claro se as formulações adotadas no método simplificado de cálculo de elementos podem ser estendidas ao incêndio natural. O presente estudo tem como objetivo avaliar o fenómeno de instabilidade de pórticos metálicos sujeitos à ação do fogo, a fim de determinar os comprimentos de encurvadura mais apropriados para a verificação de estruturas de aço em situação de incêndio, através dos programas de elementos finitos SAFIR, CAST3M associado com o Cload+. Pretende-se ainda propor uma metodologia de cálculo para análise de estruturas metálicas em situação de incêndio. |
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