Publicação
A proteção e (re)educação da criança portuguesa errante e em conflito social na história da educação social
| Resumo: | O estudo aborda as percepções e as práticas (re)construídas, no contexto da história da educação social da ‘Outra Infância’ ou ‘Infâncias Outras’, na base de uma metodologia hermenêutica de análise e de argumentação histórico-descritiva. Ou seja, tratamos da representação social da infância portuguesa norteando-nos pelos seguintes objectivos: compreender as percepções inscritas nas fontes e documentos sobre a infância errante e em conflito social, no Portugal dos novecentos e séc. XX; conhecer a perceção e práticas da infância abandonada e errante naquele arco centúrio; compreender o contexto histórico social da percepção dos adultos e da sociedade em relação a essa infância errante, mendiga e desviante. Assim, partimos do enfoque sociológico e educativo, com influxos historiográficos e com argumentos das ciências médico-assistenciais e da educação, de modo a retratar as medidas, os dispositivos e os modelos de tratamento institucional no período ‘histórico’ de análise. Essa análise implica critérios de relações historiográficas e, por isso enquadra-se no ponto de vista da história da educação social, articulando-se com a história da educação e a história social da infância em Portugal, desenrolando-se à volta da infância e da juventude em situação de errância, de conflito social e de marginalização social, ou seja da ‘Outra Infância’ que não teve um percurso de normalização social e educativa. |
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| Autores principais: | Martins, Ernesto Candeias |
| Assunto: | Criança errante Outra infância Proteção da infância Reeducação institucional História Social da Educação |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Castelo Branco |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco |
| Resumo: | O estudo aborda as percepções e as práticas (re)construídas, no contexto da história da educação social da ‘Outra Infância’ ou ‘Infâncias Outras’, na base de uma metodologia hermenêutica de análise e de argumentação histórico-descritiva. Ou seja, tratamos da representação social da infância portuguesa norteando-nos pelos seguintes objectivos: compreender as percepções inscritas nas fontes e documentos sobre a infância errante e em conflito social, no Portugal dos novecentos e séc. XX; conhecer a perceção e práticas da infância abandonada e errante naquele arco centúrio; compreender o contexto histórico social da percepção dos adultos e da sociedade em relação a essa infância errante, mendiga e desviante. Assim, partimos do enfoque sociológico e educativo, com influxos historiográficos e com argumentos das ciências médico-assistenciais e da educação, de modo a retratar as medidas, os dispositivos e os modelos de tratamento institucional no período ‘histórico’ de análise. Essa análise implica critérios de relações historiográficas e, por isso enquadra-se no ponto de vista da história da educação social, articulando-se com a história da educação e a história social da infância em Portugal, desenrolando-se à volta da infância e da juventude em situação de errância, de conflito social e de marginalização social, ou seja da ‘Outra Infância’ que não teve um percurso de normalização social e educativa. |
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