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Comportamentos indisciplinares no 2º Ciclo do Ensino Básico português: representações de professores e pais num Agrupamento de Escolas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Realizámos estudo de metodologia quantitativa, exploratório, descritivo, transversal, analítico e explicativo, num Agrupamento de Escolas, sobre comportamentos indisciplinares dos alunos do 2º Ciclo do Ensino Básico, considerando as representações dos professores e dos pais/encarregados de educação dos alunos. Aplicámos um inquérito por questionário (respostas tipo Likert) a N = 8 professores e N = 30 pais/encarregados de educação, com observação documental (Projeto Educativo, dossiê de turmas do 5º e 6º ano de escolaridade) e notas de registo, durante março/maio de 2023. Os resultados confirmam existência de indisciplina na escola, sendo que raramente os professores realizam participações e processos disciplinares, enquanto a maioria dos pais (estilo parental autoritário), com educandos de problemas comportamentais indisciplinados, aplica castigos, zanga-se (ou ralha) ou proíbe os seus telemóveis, quando da prática de atos de indisciplina. Há uma tentativa de os professores utilizarem estratégias diversas para colmatar as situações de indisciplina, logo no início do ano.
Autores principais:Martins, Ernesto Candeias
Assunto:Comportamentos indisciplinares Indisciplina escolar Estratégias pedagógicas Estatuto Disciplinar Aluno Undisciplined behaviors School indiscipline Pedagogical strategies Student Disciplinary Statute
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Castelo Branco
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Descrição
Resumo:Realizámos estudo de metodologia quantitativa, exploratório, descritivo, transversal, analítico e explicativo, num Agrupamento de Escolas, sobre comportamentos indisciplinares dos alunos do 2º Ciclo do Ensino Básico, considerando as representações dos professores e dos pais/encarregados de educação dos alunos. Aplicámos um inquérito por questionário (respostas tipo Likert) a N = 8 professores e N = 30 pais/encarregados de educação, com observação documental (Projeto Educativo, dossiê de turmas do 5º e 6º ano de escolaridade) e notas de registo, durante março/maio de 2023. Os resultados confirmam existência de indisciplina na escola, sendo que raramente os professores realizam participações e processos disciplinares, enquanto a maioria dos pais (estilo parental autoritário), com educandos de problemas comportamentais indisciplinados, aplica castigos, zanga-se (ou ralha) ou proíbe os seus telemóveis, quando da prática de atos de indisciplina. Há uma tentativa de os professores utilizarem estratégias diversas para colmatar as situações de indisciplina, logo no início do ano.