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O estudo cultural da criança : contributos para uma reflexão metodológica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Partindo da análise de alguns problemas surgidos no campo da investigação dos estudos culturais sobre subculturas jovens, nomeadamente no que respeita à utilização de metodologias etnográficas, propõe-se uma reflexão sobre os limites da categoria ‘criança’ face às de ‘adolescente’ e ‘adulto’ como forma de contribuir para uma mais apurada definição metodológica do estudo cultural da criança. Este encontra-se preso à investigação, nos estudos culturais, sobre movimentos de oposição social, por via da atenção conferida às subculturas jovens, bem como aos estudos de média onde se procuram articular as experiências de recepção de crianças historicamente situadas, não se apercebendo, em nosso entender, de que toda a experiência infantil é articulada por um adulto e que o estudo cultural da criança se centra inevitavelmente na relação entre adulto e criança.
Autores principais:Morgado, Margarida
Assunto:Representação da criança e da infância Estudo cultural da criança Subcultura jovem
Ano:1999
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Castelo Branco
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Descrição
Resumo:Partindo da análise de alguns problemas surgidos no campo da investigação dos estudos culturais sobre subculturas jovens, nomeadamente no que respeita à utilização de metodologias etnográficas, propõe-se uma reflexão sobre os limites da categoria ‘criança’ face às de ‘adolescente’ e ‘adulto’ como forma de contribuir para uma mais apurada definição metodológica do estudo cultural da criança. Este encontra-se preso à investigação, nos estudos culturais, sobre movimentos de oposição social, por via da atenção conferida às subculturas jovens, bem como aos estudos de média onde se procuram articular as experiências de recepção de crianças historicamente situadas, não se apercebendo, em nosso entender, de que toda a experiência infantil é articulada por um adulto e que o estudo cultural da criança se centra inevitavelmente na relação entre adulto e criança.