Publicação
A comunicação efectiva: objectivo primeiro das relações públicas
| Resumo: | Se a Comunicação Organizacional ou as Relações Públicas as podemos entender como disciplinas da Comunicação Aplicada, ou ainda como categorias profissionais em diversos gabinetes de comunicação, o conceito de Comunicação Estratégica não se deixa subsumir sob nenhuma destas realidades. No quadro das profissões da comunicação temos vindo a englobar contudo, nos últimos anos, sob esta designação muitos dos que, ao serviço de uma qualquer organização, cumprem o desiderato de gerirem as relações das diferentes organizações com os seus múltiplos públicos. Ao contrário de alguns nomes de referência no quadro europeu (cf. Hallahan et al, 2007) discordo que este possa ser o conceito unificador para o que em geral designamos como CO e RP. Na realidade, tal como posicionado pelos autores, este conceito é claramente redutor remetendo a comunicação não só a uma perspectiva meramente discursiva como também estritamente instrumental. |
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| Autores principais: | Eiró-Gomes, Mafalda |
| Assunto: | Relações públicas Comunicação intencional Comunicação efetiva Hipótese searliana de background |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa |
| Resumo: | Se a Comunicação Organizacional ou as Relações Públicas as podemos entender como disciplinas da Comunicação Aplicada, ou ainda como categorias profissionais em diversos gabinetes de comunicação, o conceito de Comunicação Estratégica não se deixa subsumir sob nenhuma destas realidades. No quadro das profissões da comunicação temos vindo a englobar contudo, nos últimos anos, sob esta designação muitos dos que, ao serviço de uma qualquer organização, cumprem o desiderato de gerirem as relações das diferentes organizações com os seus múltiplos públicos. Ao contrário de alguns nomes de referência no quadro europeu (cf. Hallahan et al, 2007) discordo que este possa ser o conceito unificador para o que em geral designamos como CO e RP. Na realidade, tal como posicionado pelos autores, este conceito é claramente redutor remetendo a comunicação não só a uma perspectiva meramente discursiva como também estritamente instrumental. |
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