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Geometric uncertainties in prostate cancer radiotherapy treatments

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Resumo:Procedimentos em radioterapia visam alcançar a entrega de dose com alta exatidão. Este trabalho aborda algumas considerações sobre incertezas associadas a erros sistemáticos e aleatórios em tratamentos com radioterapia conformacional de câncer de próstata que podem comprometer a entrega de dose prescrita no planeamento. Sugestões sobre como minimizar as incertezas são apresentadas nos relatórios e diretrizes da Agência Internacional de Energia Atómica (IAEA), Comissão Internacional de Unidades e Medidas Radiológicas (ICRU) e o Instituto Britânico de Radiologia (BIR), tais sugestões são amplamente discutidas e confrontadas com observações clínicas em tratamento radioterápico. Os erros geométricos e incertezas estão intimamente relacionados com a dose de radiação fornecida ao paciente. Portanto, a descoberta de margens ideais de CTV-PTV permite uma maior exatidão em entrega de dose ao tumor e preserva os órgãos circundantes os quais são altamente sensíveis à radiação. Para o entendimento dos fundamentos relacionados à sobre e subdosagem em tratamento radioterápico de câncer de próstata, deve-se levar em consideração a mudança de forma geométrica relativa às variações anatômicas do volume tratado (TV) e dos órgãos em risco (OAR). Assim como a precisão das técnicas de delineamento de CTV-PTV tal qual o uso de portal de imagem, por exemplo. Todas essas intervenções possibilitam a precisão na identificação das margens de CTV-PTV para o maximização de entrega de dose prescrita. Neste ínterim, os métodos para o cálculo de margens desenvolvidas pelo BIR e van Herk são abordados, além da discussão acerca de um estudo onde aqueles métodos foram empregados e aplicados clinicamente. Os resultados indicam uma exatidão na entrega de dose que está abaixo de 2%, valor menor que o limite de ±5% sugerido pelos relatórios das agências internacionais.
Autores principais:Assis, Márcio José Pedroso de
Assunto:Radioterapia Dosimetria Cancro da próstata Segurança do doente Radiotherapy Dosimetry Prostate cancer Patient safety
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Lisboa
Idioma:inglês
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa
Descrição
Resumo:Procedimentos em radioterapia visam alcançar a entrega de dose com alta exatidão. Este trabalho aborda algumas considerações sobre incertezas associadas a erros sistemáticos e aleatórios em tratamentos com radioterapia conformacional de câncer de próstata que podem comprometer a entrega de dose prescrita no planeamento. Sugestões sobre como minimizar as incertezas são apresentadas nos relatórios e diretrizes da Agência Internacional de Energia Atómica (IAEA), Comissão Internacional de Unidades e Medidas Radiológicas (ICRU) e o Instituto Britânico de Radiologia (BIR), tais sugestões são amplamente discutidas e confrontadas com observações clínicas em tratamento radioterápico. Os erros geométricos e incertezas estão intimamente relacionados com a dose de radiação fornecida ao paciente. Portanto, a descoberta de margens ideais de CTV-PTV permite uma maior exatidão em entrega de dose ao tumor e preserva os órgãos circundantes os quais são altamente sensíveis à radiação. Para o entendimento dos fundamentos relacionados à sobre e subdosagem em tratamento radioterápico de câncer de próstata, deve-se levar em consideração a mudança de forma geométrica relativa às variações anatômicas do volume tratado (TV) e dos órgãos em risco (OAR). Assim como a precisão das técnicas de delineamento de CTV-PTV tal qual o uso de portal de imagem, por exemplo. Todas essas intervenções possibilitam a precisão na identificação das margens de CTV-PTV para o maximização de entrega de dose prescrita. Neste ínterim, os métodos para o cálculo de margens desenvolvidas pelo BIR e van Herk são abordados, além da discussão acerca de um estudo onde aqueles métodos foram empregados e aplicados clinicamente. Os resultados indicam uma exatidão na entrega de dose que está abaixo de 2%, valor menor que o limite de ±5% sugerido pelos relatórios das agências internacionais.