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A flexibilidade de cálculo aditivo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente relatório provém das intervenções pedagógicas efetuadas numa turma de 2.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico e em duas turmas de 5.º ano do 2.º Ciclo do Ensino Básico. Neste relatório, inclui-se uma investigação realizada na turma de 2.º ano em que se pretende estudar a flexibilidade de cálculo mental dos alunos. Neste sentido, o objetivo deste estudo é compreender como alunos de 2.º ano mobilizam estratégias na resolução de tarefas que visam o desenvolvimento da flexibilidade de cálculo aditivo. Para tal, foram operacionalizadas quatro tarefas de natureza aditiva com oito alunos, divididos em dois grupos de quatro. Como técnicas de recolha de dados, foram utilizadas a observação direta e participante e a recolha documental; as fontes de informação para esta recolha foram os registos áudio e as produções dos alunos. Ao analisar os dados recolhidos, é possível concluir que os alunos diversificavam muito as estratégias utilizadas, sendo que as estratégias mais utilizadas pelos alunos foram as estratégias de tipo N10 e A10 e nenhum aluno utilizou uma estratégia de tipo 10S. Foi verificável que os alunos se apropriaram das estratégias uns dos outros, à medida que estas eram discutidas em pequeno grupo, o que permite concluir que existe uma possível influência do ambiente na utilização das estratégias. Ao nível da flexibilidade de cálculo, é de notar que existem dois indicadores de flexibilidade de cálculo mental muito fortes: o mesmo aluno utilizar estratégias diversificadas e utilizar resultados numéricos anteriores para estabelecer relações para outras operações propostas. Assim, apesar de apenas três alunos demonstrarem diversificar as suas estratégias de acordo com a situação proposta, verificou-se que a maioria dos alunos demonstrou ter um cálculo bastante flexível.
Autores principais:Ferreira, Sara Filipa Alves Pereira e
Assunto:Cálculo aditivo Flexibilidade de cálculo Cálculo mental Sentido de número IPL/2016/FLEC_RAQ_ESELx Additive calculation Flexibility of calculation Mental calculation Number sense
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa
Descrição
Resumo:O presente relatório provém das intervenções pedagógicas efetuadas numa turma de 2.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico e em duas turmas de 5.º ano do 2.º Ciclo do Ensino Básico. Neste relatório, inclui-se uma investigação realizada na turma de 2.º ano em que se pretende estudar a flexibilidade de cálculo mental dos alunos. Neste sentido, o objetivo deste estudo é compreender como alunos de 2.º ano mobilizam estratégias na resolução de tarefas que visam o desenvolvimento da flexibilidade de cálculo aditivo. Para tal, foram operacionalizadas quatro tarefas de natureza aditiva com oito alunos, divididos em dois grupos de quatro. Como técnicas de recolha de dados, foram utilizadas a observação direta e participante e a recolha documental; as fontes de informação para esta recolha foram os registos áudio e as produções dos alunos. Ao analisar os dados recolhidos, é possível concluir que os alunos diversificavam muito as estratégias utilizadas, sendo que as estratégias mais utilizadas pelos alunos foram as estratégias de tipo N10 e A10 e nenhum aluno utilizou uma estratégia de tipo 10S. Foi verificável que os alunos se apropriaram das estratégias uns dos outros, à medida que estas eram discutidas em pequeno grupo, o que permite concluir que existe uma possível influência do ambiente na utilização das estratégias. Ao nível da flexibilidade de cálculo, é de notar que existem dois indicadores de flexibilidade de cálculo mental muito fortes: o mesmo aluno utilizar estratégias diversificadas e utilizar resultados numéricos anteriores para estabelecer relações para outras operações propostas. Assim, apesar de apenas três alunos demonstrarem diversificar as suas estratégias de acordo com a situação proposta, verificou-se que a maioria dos alunos demonstrou ter um cálculo bastante flexível.