Publicação

De que modo é possível promover a inclusão de uma criança com perturbação do espectro autista! Rotinas, atividades e ambiente de grupo inclusivo em pré-escolar

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:O Presente relatório de estágio surge no âmbito da Unidade Curricular Prática Profissional Supervisionada II (PPS II) e tem como principal objetivo retratar de forma reflexiva e fundamentada a minha ação, enquanto educadora estagiária, numa sala da valência de Pré-escolar, com crianças, que têm idades compreendidas entre 3 e os 5 anos, sendo os 4 anos a idade predominante. Este estágio iniciou-se no dia 30 de setembro de 2024 e terminou no dia 24 de janeiro de 2025. No presente relatório, encontra-se a caraterização do contexto e participantes da ação educativa, em que decorreu o estágio. A compreensão dos processos e interações é fundamental para a definição para a planificação da ação educativa. Em seguida, apresentam-se as intencionalidades educativas para o trabalho com as crianças, famílias e Equipa Educativa. A intervenção só se conclui com a sua posterior avaliação que foi construída, tendo por base, a análise reflexiva da minha prática. Considerando que o grupo no qual realizei o estágio inclui uma criança com Perturbação do Espectro do Autismo (PEA) com necessidade de elevado suporte, o presente estudo dedica-se a experiência pedagógica com esta criança. Assim, ao conhecer o MV procurei aprofundar os meus conhecimentos sobre a PEA e apreender estratégias que promovam a inclusão de crianças com PEA no ambiente de sala e grupo. Deste processo, surgiu assim uma investigação de natureza qualitativa, com a seguinte questão de partida: “De que modo é possível promover a inclusão de uma criança com PEA, tanto no ambiente de grupo como nas atividades e no decorrer da rotina do grupo?”. Para o efeito, foram descritas as forças e dificuldades do MV. Esta caracterização é facilitadora da inclusão, visto que o reconhecimento das especificidades e fragilidades da criança permitem estabelecer estratégias e materiais educativos adaptados e o reconhecimento das potencialidades permite agir com base nas forças. Também se conclui que a educação para a inclusão exige respostas individualizadas, ou seja, visto que cada criança é um ser humano individual com características e necessidades especificas. Após a investigação, é apresentado um texto analítico e reflexivo sobre os contributos da PPS I e II para a construção da minha profissionalidade enquanto futura educadora de infância. Por fim, apresenta-se uma conclusão sobre o trabalho desenvolvido.
Autores principais:Rato, Telma Catarina Martins Castro
Assunto:Perturbação do espetro do autismo Inclusão Estratégias Autism spectrum disorder Inclusion Strategie
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa
Descrição
Resumo:O Presente relatório de estágio surge no âmbito da Unidade Curricular Prática Profissional Supervisionada II (PPS II) e tem como principal objetivo retratar de forma reflexiva e fundamentada a minha ação, enquanto educadora estagiária, numa sala da valência de Pré-escolar, com crianças, que têm idades compreendidas entre 3 e os 5 anos, sendo os 4 anos a idade predominante. Este estágio iniciou-se no dia 30 de setembro de 2024 e terminou no dia 24 de janeiro de 2025. No presente relatório, encontra-se a caraterização do contexto e participantes da ação educativa, em que decorreu o estágio. A compreensão dos processos e interações é fundamental para a definição para a planificação da ação educativa. Em seguida, apresentam-se as intencionalidades educativas para o trabalho com as crianças, famílias e Equipa Educativa. A intervenção só se conclui com a sua posterior avaliação que foi construída, tendo por base, a análise reflexiva da minha prática. Considerando que o grupo no qual realizei o estágio inclui uma criança com Perturbação do Espectro do Autismo (PEA) com necessidade de elevado suporte, o presente estudo dedica-se a experiência pedagógica com esta criança. Assim, ao conhecer o MV procurei aprofundar os meus conhecimentos sobre a PEA e apreender estratégias que promovam a inclusão de crianças com PEA no ambiente de sala e grupo. Deste processo, surgiu assim uma investigação de natureza qualitativa, com a seguinte questão de partida: “De que modo é possível promover a inclusão de uma criança com PEA, tanto no ambiente de grupo como nas atividades e no decorrer da rotina do grupo?”. Para o efeito, foram descritas as forças e dificuldades do MV. Esta caracterização é facilitadora da inclusão, visto que o reconhecimento das especificidades e fragilidades da criança permitem estabelecer estratégias e materiais educativos adaptados e o reconhecimento das potencialidades permite agir com base nas forças. Também se conclui que a educação para a inclusão exige respostas individualizadas, ou seja, visto que cada criança é um ser humano individual com características e necessidades especificas. Após a investigação, é apresentado um texto analítico e reflexivo sobre os contributos da PPS I e II para a construção da minha profissionalidade enquanto futura educadora de infância. Por fim, apresenta-se uma conclusão sobre o trabalho desenvolvido.