Publicação
Creation of non-linear storytelling as a tool for learning foreign languages in higher education in Portugal
| Resumo: | Em 2019/20, nasceu, sob as restrições da COVID-19, o projeto Stepping up to Global Challenges: Empowering Students across the World. As docentes de Inglês de Negócios II (Marketing/ESTG/IPV) ofereceram aos seus alunos oportunidades reais de comunicação em língua inglesa, através de atividades baseadas em tarefas e do recurso a plataformas digitais, em colaboração com pares da Kazimierz Pulaski UTH (Polónia) e da Ege Üniversitesi (Turquia). A segunda edição do projeto decorreu no 2.o semestre de 2020/21, também em cenário de pandemia, e foi, por isso mesmo, dedicada à aprendizagem do inglês através de atividades de combate ao isolamento e de promoção de comportamentos responsáveis, por alunos de Enfermagem da ESS/IPV, de Marketing da ESTG/IPV, da ES de Eletrónica e de Filologia Inglesa da UTH e de vários cursos da Ege Üniversitesi. Neste artigo, pretendemos: a) discutir as vantagens da aprendizagem do inglês recorrendo ao Project-Based Learning (PBL), através de um olhar sobre o exemplo concreto do projeto Stepping Up to Global Challenges (SGC) 2: Learning English while fighting the outbreak of Covid-19; b) apresentar alguns produtos resultantes do trabalho de co-construção de conhecimento em ambientes multiculturais e, mais importante ainda, interculturais. Lançar-se-á um olhar sobre as narrativas de alunos de contextos diferenciados, desde os cursos frequentados; às instituições distintas e, algumas, distantes; às vivências culturais necessariamente diferentes, permitindo experienciar e partilhar de formas variadas o contexto pandémico que nos obriga ao confinamento, mas não necessariamente ao isolamento, pois urge a criação de pontes – virtuais – que nos permitam ultrapassar fronteiras físicas. |
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| Autores principais: | Costa, Ana Maria |
| Outros Autores: | Costa, Cristina Amaro Da; Coutinho, Emília; Oliveira, Isabel; Pereira, José; Lopez Garcia, Patricia; Gillain, Romain; Amante, Susana; Fidalgo, Susana; Relvas, Susana; Delplancq, Véronique |
| Assunto: | co-construção competências transversais inglês para fins específicos multi e interculturalidade COVID-19 |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Viseu |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Viseu |
| Resumo: | Em 2019/20, nasceu, sob as restrições da COVID-19, o projeto Stepping up to Global Challenges: Empowering Students across the World. As docentes de Inglês de Negócios II (Marketing/ESTG/IPV) ofereceram aos seus alunos oportunidades reais de comunicação em língua inglesa, através de atividades baseadas em tarefas e do recurso a plataformas digitais, em colaboração com pares da Kazimierz Pulaski UTH (Polónia) e da Ege Üniversitesi (Turquia). A segunda edição do projeto decorreu no 2.o semestre de 2020/21, também em cenário de pandemia, e foi, por isso mesmo, dedicada à aprendizagem do inglês através de atividades de combate ao isolamento e de promoção de comportamentos responsáveis, por alunos de Enfermagem da ESS/IPV, de Marketing da ESTG/IPV, da ES de Eletrónica e de Filologia Inglesa da UTH e de vários cursos da Ege Üniversitesi. Neste artigo, pretendemos: a) discutir as vantagens da aprendizagem do inglês recorrendo ao Project-Based Learning (PBL), através de um olhar sobre o exemplo concreto do projeto Stepping Up to Global Challenges (SGC) 2: Learning English while fighting the outbreak of Covid-19; b) apresentar alguns produtos resultantes do trabalho de co-construção de conhecimento em ambientes multiculturais e, mais importante ainda, interculturais. Lançar-se-á um olhar sobre as narrativas de alunos de contextos diferenciados, desde os cursos frequentados; às instituições distintas e, algumas, distantes; às vivências culturais necessariamente diferentes, permitindo experienciar e partilhar de formas variadas o contexto pandémico que nos obriga ao confinamento, mas não necessariamente ao isolamento, pois urge a criação de pontes – virtuais – que nos permitam ultrapassar fronteiras físicas. |
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