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Musicoterapia e competências de comunicação na síndrome de Dravet : uma investigação-ação

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo pretende explorar a importância da Musicoterapia no âmbito das competências de comunicação e de prazer e bem-estar de uma jovem com Síndrome de Dravet. Procurou-se perceber a sua relevância como meio facilitador visto que não existem estudos que façam relação entre a Musicoterapia e esta síndrome. Posto isto, a metodologia de investigação foi de natureza quantitativa, recorrendo ao estudo de sujeito único, de carácter não experimental, de uma jovem de 22 anos, com diagnóstico de Síndrome de Dravet, a frequentar um Centro de Acolhimento Ocupacional (CAO) e sessões de Musicoterapia. Participaram no estudo, elementos da família (a mãe e o pai) e técnicos que a acompanham (musicoterapeuta e a ajudante de ação direta). Recorremos a duas técnicas de recolha de dados: questionários - Questionário de Capacidades e Dificuldades (Fleitlich, Loureiro, Fonseca, & Gaspar, 2014) – aplicado aos pais e técnicos; e uma grelha de observação (10 sessões de musicoterapia) - Grelha de Observação de Escala de LMA “Freedom to Move” (Dunphy & Scott, 2003) adaptada por Claro (2012). Os resultados permitem-nos concluir que, na perspetiva dos participantes, a Musicoterapia desempenha um papel importante como meio facilitador na promoção de capacidades da jovem com Síndrome de Dravet, sobretudo ao nível da comunicação. Evidenciam, também, cuidados a ter na iniciação da Musicoterapia nesta síndrome. Ainda assim, é fundamental continuar a acompanhar a evolução da jovem, visto tratar-se de mudanças eventuais decerto mais evidentes a longo prazo.
Autores principais:Pinto, Ana Filipa de melo
Assunto:Musicoterapia Síndrome de Dravet Music Therapy Dravet Syndrome
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Viseu
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Viseu
Descrição
Resumo:Este estudo pretende explorar a importância da Musicoterapia no âmbito das competências de comunicação e de prazer e bem-estar de uma jovem com Síndrome de Dravet. Procurou-se perceber a sua relevância como meio facilitador visto que não existem estudos que façam relação entre a Musicoterapia e esta síndrome. Posto isto, a metodologia de investigação foi de natureza quantitativa, recorrendo ao estudo de sujeito único, de carácter não experimental, de uma jovem de 22 anos, com diagnóstico de Síndrome de Dravet, a frequentar um Centro de Acolhimento Ocupacional (CAO) e sessões de Musicoterapia. Participaram no estudo, elementos da família (a mãe e o pai) e técnicos que a acompanham (musicoterapeuta e a ajudante de ação direta). Recorremos a duas técnicas de recolha de dados: questionários - Questionário de Capacidades e Dificuldades (Fleitlich, Loureiro, Fonseca, & Gaspar, 2014) – aplicado aos pais e técnicos; e uma grelha de observação (10 sessões de musicoterapia) - Grelha de Observação de Escala de LMA “Freedom to Move” (Dunphy & Scott, 2003) adaptada por Claro (2012). Os resultados permitem-nos concluir que, na perspetiva dos participantes, a Musicoterapia desempenha um papel importante como meio facilitador na promoção de capacidades da jovem com Síndrome de Dravet, sobretudo ao nível da comunicação. Evidenciam, também, cuidados a ter na iniciação da Musicoterapia nesta síndrome. Ainda assim, é fundamental continuar a acompanhar a evolução da jovem, visto tratar-se de mudanças eventuais decerto mais evidentes a longo prazo.