Publicação
Competência motora real e percebida : um estudo exploratório com crianças do 1.º ciclo do ensino básico
| Resumo: | O presente relatório insere-se no âmbito da unidade curricular Prática de Ensino Supervisionada II (PES II), do curso de Mestrado Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico, da Escola Superior de Educação de Viana do Castelo. Ao longo da PES II desenvolveu-se um estudo de natureza predominantemente quantitativa, de caráter descritivo-correlacional que visou avaliar a competência motora real e percebida e verificar a relação entre ambas, bem como compreender a forma como as crianças percecionam diferentes níveis de competência motora. A competência motora percebida foi avaliada através da Escala Pictográfica de Avaliação da Competência Percebida nas Habilidades Motoras (Barnett, Ridgers, Zask & Samon, 2005). A competência motora real foi avaliada pelo Test of Gross Motor Development 2 – TGMD-2 (Ulrich, 2000). Para o efeito, participaram no estudo dezoito crianças (10 meninas e 8 meninos) com idades compreendidas entre os seis e sete anos, de uma escola de 1º Ciclo, do concelho de Viana do Castelo. Globalmente, os resultados indicam que as crianças apresentam um desempenho motor abaixo da média, com melhor prestação nas habilidades de locomoção relativamente às habilidades de manipulação de objetos. As raparigas apresentam uma competência motora real superior à dos rapazes. Relativamente à competência motora percebida, as crianças autopercecionaram-se muito competentes nas habilidades de locomoção e de manipulação de objetos. No entanto, os níveis de competência motora percebida são mais elevados nas habilidades de locomoção do que nas habilidades de manipulação de objetos. Neste estudo concluímos que as crianças não avaliam adequadamente a sua competência motora real. |
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| Autores principais: | Caramalho, Sara de Barros |
| Assunto: | Competência motora percebida Competência motora real Habilidades motoras Locomoção Manipulação de objetos Quociente motor global 1º CEB Perceived motor competence Motor competence Motor skills Locomotion Object control Gross motor quotient Primary children |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Viana do Castelo |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico IPVC |
| Resumo: | O presente relatório insere-se no âmbito da unidade curricular Prática de Ensino Supervisionada II (PES II), do curso de Mestrado Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico, da Escola Superior de Educação de Viana do Castelo. Ao longo da PES II desenvolveu-se um estudo de natureza predominantemente quantitativa, de caráter descritivo-correlacional que visou avaliar a competência motora real e percebida e verificar a relação entre ambas, bem como compreender a forma como as crianças percecionam diferentes níveis de competência motora. A competência motora percebida foi avaliada através da Escala Pictográfica de Avaliação da Competência Percebida nas Habilidades Motoras (Barnett, Ridgers, Zask & Samon, 2005). A competência motora real foi avaliada pelo Test of Gross Motor Development 2 – TGMD-2 (Ulrich, 2000). Para o efeito, participaram no estudo dezoito crianças (10 meninas e 8 meninos) com idades compreendidas entre os seis e sete anos, de uma escola de 1º Ciclo, do concelho de Viana do Castelo. Globalmente, os resultados indicam que as crianças apresentam um desempenho motor abaixo da média, com melhor prestação nas habilidades de locomoção relativamente às habilidades de manipulação de objetos. As raparigas apresentam uma competência motora real superior à dos rapazes. Relativamente à competência motora percebida, as crianças autopercecionaram-se muito competentes nas habilidades de locomoção e de manipulação de objetos. No entanto, os níveis de competência motora percebida são mais elevados nas habilidades de locomoção do que nas habilidades de manipulação de objetos. Neste estudo concluímos que as crianças não avaliam adequadamente a sua competência motora real. |
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