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“Cadê o Museu?” Reflexões Sobre o Impacto da Pandemia nos Espaços Culturais e Educadores Surdos de Museus

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Vivemos em um contexto histórico marcado por mudanças sociais e educacionais. Nesse novo cenário social, é cada vez mais necessário trabalhar as questões que dizem respeito à inclusão de grupos marginalizados. Os surdos vêm se organizando há anos por meio de associações e instituições com diferentes finalidades. A diversificação na forma em que os grupos de surdos se organizaram vem ganhando novas dimensões nos últimos anos e, atualmente, os museus e outros espaços culturais são locais que vêm sendo reivindicados por essa comunidade. Cada vez mais aumenta o número de educadores surdos em museus e visitas mediadas em língua de sinais. Com isso, novas estratégias são pensadas para uma efetiva mediação para o público surdo e, principalmente, para viabilizar a participação efetiva de crianças surdas em espaços culturais, de forma a apresentar a importância da inserção da educação artística nos ensinos fundamental e médio para crianças/adolescentes surdos. Contudo, a pandemia de COVID-19 representou um impacto nesses desenvolvimentos pelo fechamento dos museus e de outros espaços culturais no período de isolamento social. Este artigo se propõe a investigar como a pandemia gerou mudanças na dinâmica dos espaços culturais, especialmente no caso do Brasil, e como essas novas ações virtuais mobilizaram os educadores surdos de museus.
Autores principais:Garcia, Maria Izabel dos Santos
Outros Autores:Cabral, Rebeca Garcia; Silva, Bruno Ramos da
Assunto:Artigos temáticos
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:Revista Lusófona de Estudos Culturais
Descrição
Resumo:Vivemos em um contexto histórico marcado por mudanças sociais e educacionais. Nesse novo cenário social, é cada vez mais necessário trabalhar as questões que dizem respeito à inclusão de grupos marginalizados. Os surdos vêm se organizando há anos por meio de associações e instituições com diferentes finalidades. A diversificação na forma em que os grupos de surdos se organizaram vem ganhando novas dimensões nos últimos anos e, atualmente, os museus e outros espaços culturais são locais que vêm sendo reivindicados por essa comunidade. Cada vez mais aumenta o número de educadores surdos em museus e visitas mediadas em língua de sinais. Com isso, novas estratégias são pensadas para uma efetiva mediação para o público surdo e, principalmente, para viabilizar a participação efetiva de crianças surdas em espaços culturais, de forma a apresentar a importância da inserção da educação artística nos ensinos fundamental e médio para crianças/adolescentes surdos. Contudo, a pandemia de COVID-19 representou um impacto nesses desenvolvimentos pelo fechamento dos museus e de outros espaços culturais no período de isolamento social. Este artigo se propõe a investigar como a pandemia gerou mudanças na dinâmica dos espaços culturais, especialmente no caso do Brasil, e como essas novas ações virtuais mobilizaram os educadores surdos de museus.