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Azamor entre 1513 e 1542: arquitetura e urbanismo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:No Verão de 1513, D. Jaime, duque de Bragança ao comando de um poderosa armada, conquistou Azamor. Após o desembarque das forças na baía de Mazagão, o temor pela força de guerra portuguesa provocou a fuga das gentes daquela cidade muçulmana junto à foz do rio Oum er Rbia e de outras vizinhas, como Tite ou Almedina. Iniciava-se, pois, uma ocupação física de uma povoação amuralhada despejada da sua população autóctone. O processo de instalação portuguesa passaria a escrever mais uma página, aliás habitual nos desenvolvimentos após tomadas militares de praças árabes e islâmicas no Norte de África - apropriação e retórica. Tal como em tantas outras conquistas no Algarve de Além-Mar - Ceuta, Tânger ou Arzila - ou na costa atlântica mais meridional - Safim -, também em Azamor se verificou um imediato aproveitamento das principais estruturas defensáveis, com vista à implementação de um atalho, e uma conversão do espaço religioso muçulmano em cristão.
Autores principais:Correia, Jorge
Outros Autores:Lopes, Ana Catarina Gonçalves
Assunto:Azamor Marrocos Urbanismo português Arquitetura militar
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:No Verão de 1513, D. Jaime, duque de Bragança ao comando de um poderosa armada, conquistou Azamor. Após o desembarque das forças na baía de Mazagão, o temor pela força de guerra portuguesa provocou a fuga das gentes daquela cidade muçulmana junto à foz do rio Oum er Rbia e de outras vizinhas, como Tite ou Almedina. Iniciava-se, pois, uma ocupação física de uma povoação amuralhada despejada da sua população autóctone. O processo de instalação portuguesa passaria a escrever mais uma página, aliás habitual nos desenvolvimentos após tomadas militares de praças árabes e islâmicas no Norte de África - apropriação e retórica. Tal como em tantas outras conquistas no Algarve de Além-Mar - Ceuta, Tânger ou Arzila - ou na costa atlântica mais meridional - Safim -, também em Azamor se verificou um imediato aproveitamento das principais estruturas defensáveis, com vista à implementação de um atalho, e uma conversão do espaço religioso muçulmano em cristão.