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Ano agitado na imprensa semanária

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Detalhes bibliográficos
Resumo:[Excerto] O mês de Setembro de 2006 foi um mês especialmente agitado, no que respeita à imprensa semanária em Portugal. Por um lado, ele assistiu ao fim de um dos títulos mais marcantes (e frequentemente controversos) da nossa história recente – O Independente. Por outro lado, viu nascer um novo jornal – o Sol – e, em virtude de tal facto, registou recordes de circulação da publicação mais emblemática deste segmento, entretanto objecto de uma profunda remodelação – o Expresso. Espécie de ‘morte anunciada’, é o que se pode dizer do que sucedeu ao semanário O Independente no dia 1 de Setembro de 2006. Dirigido nos últimos anos de vida por Inês Serra Lopes (que adquirira, entretanto, a maioria do capital da empresa proprietária), o jornal não conseguia já vender mais do que uns escassos nove mil exemplares por semana (dados da APCT), quando, nos seus tempos áureos da década de 1990, ultrapassara os 100 mil exemplares de circulação e ameaçara consistentemente a liderança do Expresso nesta faixa de mercado.
Autores principais:Fidalgo, Joaquim
Assunto:Semanários Portugal 2006
Ano:2006
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:[Excerto] O mês de Setembro de 2006 foi um mês especialmente agitado, no que respeita à imprensa semanária em Portugal. Por um lado, ele assistiu ao fim de um dos títulos mais marcantes (e frequentemente controversos) da nossa história recente – O Independente. Por outro lado, viu nascer um novo jornal – o Sol – e, em virtude de tal facto, registou recordes de circulação da publicação mais emblemática deste segmento, entretanto objecto de uma profunda remodelação – o Expresso. Espécie de ‘morte anunciada’, é o que se pode dizer do que sucedeu ao semanário O Independente no dia 1 de Setembro de 2006. Dirigido nos últimos anos de vida por Inês Serra Lopes (que adquirira, entretanto, a maioria do capital da empresa proprietária), o jornal não conseguia já vender mais do que uns escassos nove mil exemplares por semana (dados da APCT), quando, nos seus tempos áureos da década de 1990, ultrapassara os 100 mil exemplares de circulação e ameaçara consistentemente a liderança do Expresso nesta faixa de mercado.