Publicação
Encarar o passado, pensar o presente e construir o futuro: o colonial e o pós-colonial, a partir de um projeto internacional transdisciplinar
| Resumo: | O projeto “Memórias, culturas e identidades: o passado e o presente das relações interculturais em Moçambique e Portugal”, financiado pela Fundação Aga Khan para o Desenvolvimento e pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, propôs-se analisar as condições históricas que moldam a identidade cultural de dois países, Portugal e Moçambique, o que significa que o passado continua a falar, dentro e através destes povos, embora tenha muitas vozes e, portanto, um caráter discursivo. “O passado” torna-se disponível na medida em que é algo narrado – através de um manual escolar, um filme, uma exposição num museu. Esta narrativa identitária é construída, em parte, através da memória, do desejo, da fantasia e do mito. As identidades culturais são reconstruídas deste modo, através de pontos de identificação ou de rutura dentro dos discursos da história e da cultura. Não são uma questão de essência, mas de posicionamento, situando-nos num jogo que compreende ganhos e perdas. |
|---|---|
| Autores principais: | Martins, Moisés de Lemos |
| Outros Autores: | Balbé, Alice Dutra; Macedo, Isabel Moreira; Mabasso, Eliseu |
| Assunto: | Diversidade transnacional das culturas Identidades culturais Imaginários coloniais e pós-coloniais Moçambique Portugal Representações sociais Travessias identitárias Transnational diversity of cultures Cultural identities Colonial and post-colonial imaginaries Significant practices Mozambique Social representations Identity crossings |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | outro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | O projeto “Memórias, culturas e identidades: o passado e o presente das relações interculturais em Moçambique e Portugal”, financiado pela Fundação Aga Khan para o Desenvolvimento e pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, propôs-se analisar as condições históricas que moldam a identidade cultural de dois países, Portugal e Moçambique, o que significa que o passado continua a falar, dentro e através destes povos, embora tenha muitas vozes e, portanto, um caráter discursivo. “O passado” torna-se disponível na medida em que é algo narrado – através de um manual escolar, um filme, uma exposição num museu. Esta narrativa identitária é construída, em parte, através da memória, do desejo, da fantasia e do mito. As identidades culturais são reconstruídas deste modo, através de pontos de identificação ou de rutura dentro dos discursos da história e da cultura. Não são uma questão de essência, mas de posicionamento, situando-nos num jogo que compreende ganhos e perdas. |
|---|