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Avaliação da proficiência em língua portuguesa dos docentes da Universidade Nacional Timor Lorosa'e, Timor-Leste (2015)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este artigo apresenta os procedimentos e os resultados fundamentais da avaliação da proficiência em língua portuguesa do corpo docente da Universidade Nacional Timor Lorosa’e (UNTL), em Timor-Leste, realizado em junho e julho de 2015. O processo avaliativo recorreu a um referencial adaptado do Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas, com adequação ao cenário de Timor-Leste. Conclui que a proficiência geral em língua portuguesa do corpo docente é insuficiente para desenvolver atividades académicas (lecionação e investigação) garantindo um uso minimamente adequado da língua portuguesa e que, portanto, é necessário desenvolver programas de formação dos docentes, de acordo com os vários níveis de proficiência em que se encontram. A sua maior limitação decorre do facto de ter avaliado somente 47,08% dos docentes timorenses da UNTL, já que os restantes não estiveram disponíveis para participar no processo. Ainda assim, os resultados oferecem dados relevantes e sustentam as recomendações feitas.
Autores principais:Viegas, Edmundo
Outros Autores:Ramos, Rui Lima; Antunes, Ricardo
Assunto:Proficiência linguística Língua portuguesa Timor-Leste Plurilinguismo Política linguística Maîtrise de la langue Langue portugaise Timor Oriental Plurilinguisme Politique linguistique Language proficiency Portuguese language East Timor Multilingualism Language policy
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Este artigo apresenta os procedimentos e os resultados fundamentais da avaliação da proficiência em língua portuguesa do corpo docente da Universidade Nacional Timor Lorosa’e (UNTL), em Timor-Leste, realizado em junho e julho de 2015. O processo avaliativo recorreu a um referencial adaptado do Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas, com adequação ao cenário de Timor-Leste. Conclui que a proficiência geral em língua portuguesa do corpo docente é insuficiente para desenvolver atividades académicas (lecionação e investigação) garantindo um uso minimamente adequado da língua portuguesa e que, portanto, é necessário desenvolver programas de formação dos docentes, de acordo com os vários níveis de proficiência em que se encontram. A sua maior limitação decorre do facto de ter avaliado somente 47,08% dos docentes timorenses da UNTL, já que os restantes não estiveram disponíveis para participar no processo. Ainda assim, os resultados oferecem dados relevantes e sustentam as recomendações feitas.