Publicação
O povoado de Santo António (Afife, Viana do Castelo) na Idade do Bronze Final
| Resumo: | [Excerto] Francisco Martins Sarmento faz uma das primeiras referências modernas a este povoado, afirmando que se viam duas muralhas e talvez dois taludes (Sarmento, 1987: 8). Refere, ainda, que encontrou telha com rebordo (tégula). Na primeira metade do séc. XX o local é novamente referenciado por Viana (1955), que relata o aparecimento de uma estrutura circular, muito destruída, na vertente sul. Este autor diz ter aparecido também, uma inscrição romana, nesse mesmo ano, enquanto se procedia à abertura de uma estrada, na vertente ocidental deste monte (Viana 1955: 526); pelo que, por esta indicação, não se sabe se seria originária do interior do recinto muralhado da Idade do Ferro ou pertenceria a estruturas de romanização encontradas na sua base, já que em 2011, Armando Redentor, especialista em epigrafia, interpreta esta epígrafe como sendo um provável cipo, portanto já durante a romanização (Redentor, 2011: 209 – 210). |
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| Autores principais: | Bettencourt, Ana M. S. |
| Outros Autores: | Oliveira, Nuno Tiago Correia de |
| Assunto: | Bronze Final Noroeste de Portugal Povoamento Litoral Exploração de sal |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | [Excerto] Francisco Martins Sarmento faz uma das primeiras referências modernas a este povoado, afirmando que se viam duas muralhas e talvez dois taludes (Sarmento, 1987: 8). Refere, ainda, que encontrou telha com rebordo (tégula). Na primeira metade do séc. XX o local é novamente referenciado por Viana (1955), que relata o aparecimento de uma estrutura circular, muito destruída, na vertente sul. Este autor diz ter aparecido também, uma inscrição romana, nesse mesmo ano, enquanto se procedia à abertura de uma estrada, na vertente ocidental deste monte (Viana 1955: 526); pelo que, por esta indicação, não se sabe se seria originária do interior do recinto muralhado da Idade do Ferro ou pertenceria a estruturas de romanização encontradas na sua base, já que em 2011, Armando Redentor, especialista em epigrafia, interpreta esta epígrafe como sendo um provável cipo, portanto já durante a romanização (Redentor, 2011: 209 – 210). |
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