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Detalhes bibliográficos
Resumo:O que aqui se registou trata-se de um fragmento de uma viagem, um fragmento de um diário pessoal de uma “viajante” à procura de arquitectura, um registo de um encontro e um alerta para o estado actual do Bonjour Tristesse. Talvez seja um registo inesperado e improvável na série de textos que a Artecapital nos tem proporcionado, uma abordagem menos comum, por não se tratar de um ensaio, ou de uma reflexão académica. No entanto, com esta impressão, procurou-se salientar o poder que a arquitectura tem em suplantar o “desastre”, em ir além da epiderme. Acima de tudo, procura ser um grito de alerta para a circunstância da nossa contemporaneidade, onde muita da Arquitectura dos nossos Mestres — aquela que tem sustentado a Teoria e a História, ou as histórias, no ensino da Arquitectura das nossas Escolas — se encontra em mau estado de conservação, quiçá em vias de extinção. O seu testemunho poderá desaparecer se nada se fizer, como já vem acontecendo. Compete-nos ter esta consciência.
Autores principais:Rodrigues, Ana Luísa
Assunto:Siza Modernidade
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O que aqui se registou trata-se de um fragmento de uma viagem, um fragmento de um diário pessoal de uma “viajante” à procura de arquitectura, um registo de um encontro e um alerta para o estado actual do Bonjour Tristesse. Talvez seja um registo inesperado e improvável na série de textos que a Artecapital nos tem proporcionado, uma abordagem menos comum, por não se tratar de um ensaio, ou de uma reflexão académica. No entanto, com esta impressão, procurou-se salientar o poder que a arquitectura tem em suplantar o “desastre”, em ir além da epiderme. Acima de tudo, procura ser um grito de alerta para a circunstância da nossa contemporaneidade, onde muita da Arquitectura dos nossos Mestres — aquela que tem sustentado a Teoria e a História, ou as histórias, no ensino da Arquitectura das nossas Escolas — se encontra em mau estado de conservação, quiçá em vias de extinção. O seu testemunho poderá desaparecer se nada se fizer, como já vem acontecendo. Compete-nos ter esta consciência.