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Povoamento e habitat no Noroeste português durante o 1º milénio a.C.

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Do amplo espectro das manifestações culturais conhecidas no territorio do NO Português, correspondente, genericamente, à província portuguesa do Entre-Douro-e-Minho, atribuíveis ao 1° milénio a. C, merecem destaque, pela sua especificidade, relativamente a outras regiões, os povoados e o modo como se encontram estruturados na paisagem. Se os primeiros, reconhecido que foi o seu carácter recorrentemente fortificado, foram objecto de estudo sistemático, tendo mesmo sido usados como fóssil director de uma cultura arqueológica, a "Cultura dos Castros", na expressão de P. Bosch-Cimpera (1921, p. 248-300; 1932; 1933; 1939; 1945), ou "Cultura Castreja", como é mais frequentemente designada pela generalidade dos investigadores, já a sua articulação, quer com o meio envolvente, quer com a organização das comunidades, aspectos que podemos abarcar, na sua complexidade, pela expressão de "povoamento", mereceu, indiscutivelmente, menor atenção.
Autores principais:Martins, Manuela
Assunto:Noroeste português Povoamento Habitat
Ano:1996
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Do amplo espectro das manifestações culturais conhecidas no territorio do NO Português, correspondente, genericamente, à província portuguesa do Entre-Douro-e-Minho, atribuíveis ao 1° milénio a. C, merecem destaque, pela sua especificidade, relativamente a outras regiões, os povoados e o modo como se encontram estruturados na paisagem. Se os primeiros, reconhecido que foi o seu carácter recorrentemente fortificado, foram objecto de estudo sistemático, tendo mesmo sido usados como fóssil director de uma cultura arqueológica, a "Cultura dos Castros", na expressão de P. Bosch-Cimpera (1921, p. 248-300; 1932; 1933; 1939; 1945), ou "Cultura Castreja", como é mais frequentemente designada pela generalidade dos investigadores, já a sua articulação, quer com o meio envolvente, quer com a organização das comunidades, aspectos que podemos abarcar, na sua complexidade, pela expressão de "povoamento", mereceu, indiscutivelmente, menor atenção.