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Attachment orientation and caretaking memories in fathers during the transition to parenthood

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Detalhes bibliográficos
Resumo:De acordo com a teoria da vinculação, modelos dinâmicos modelam relacionamentos ao longo da vida. Na transição para a parentalidade, os processos de mudança de modelos representacionais podem ser clarificados consoante memórias de cuidados na infância e vinculação adulta. Os objetivos do estudo são, ao longo da transição para a parentalidade: primeiro, analisar o efeito das memórias de infância na vinculação adulta; segundo, explorar a (des)continuidade na trajetória da vinculação adulta e nas memórias de infância; terceiro, analisar o efeito das memórias de infância na trajetória da vinculação adulta. 86 pais-homens primíparos completaram medidas da perceção de memórias de infância e vinculação adulta no primeiro, terceiro trimestre de gravidez, parto e sexto mês pós-parto. Os resultados sugerem que os pais entram na transição mais ansiosos se tiverem memórias de rejeição materna. A trajetória de orientação de vinculação e perceção de memórias de infância é estável durante a transição para a parentalidade. Se os pais perceberem ambos progenitores como emocionalmente apoiantes, tornam-se menos evitantes ao longo da transição. Este estudo pode representar um avanço na literatura, sugerindo que memórias de apoio emocional desfavorecem orientações inseguras durante a transição para a parentalidade.
Autores principais:Félix, Marcelo José Oliveira
Assunto:estabilidade; Parentalidade Perceção de cuidados Transição Vinculação adulta Adult attachment Parenting Perceived caretaking Stability Transition Ciências Sociais::Psicologia
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:inglês
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:De acordo com a teoria da vinculação, modelos dinâmicos modelam relacionamentos ao longo da vida. Na transição para a parentalidade, os processos de mudança de modelos representacionais podem ser clarificados consoante memórias de cuidados na infância e vinculação adulta. Os objetivos do estudo são, ao longo da transição para a parentalidade: primeiro, analisar o efeito das memórias de infância na vinculação adulta; segundo, explorar a (des)continuidade na trajetória da vinculação adulta e nas memórias de infância; terceiro, analisar o efeito das memórias de infância na trajetória da vinculação adulta. 86 pais-homens primíparos completaram medidas da perceção de memórias de infância e vinculação adulta no primeiro, terceiro trimestre de gravidez, parto e sexto mês pós-parto. Os resultados sugerem que os pais entram na transição mais ansiosos se tiverem memórias de rejeição materna. A trajetória de orientação de vinculação e perceção de memórias de infância é estável durante a transição para a parentalidade. Se os pais perceberem ambos progenitores como emocionalmente apoiantes, tornam-se menos evitantes ao longo da transição. Este estudo pode representar um avanço na literatura, sugerindo que memórias de apoio emocional desfavorecem orientações inseguras durante a transição para a parentalidade.