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Expansion and characterization of human mesenchymal stem cell lines compared to primary mesenchymal stem cells

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Resumo:A procura de células estaminais mesenquimais humanas (hMSCs) na medicina regenerativa tem aumentado significativamente, pela sua capacidade de diferenciação e renovação. A crescente utilização deste tipo de célula tem gerado desafios, tais como a variabilidade de doadores e a capacidade de expansão limitada. De forma a mitigar estes problemas, este trabalho investiga possíveis substitutos: fibroblastos da derme (dFBs) e células estaminais mesenquimais humanas induzidas (iMSCs). A investigação centra-se na validação de critérios pré-estabelecidos para considerar as células como células estaminais mesenquimais (MSCs), na comparação de confluência entre os três tipos de células usados, e na comparação de confluência de dFBs em diferentes passagens. A técnica de Fluorescence-Activated Cell Sorting (FACS) para análise de fluxo com marcadores específicos verificou a expressão positiva de CD73, CD90 e CD105 e expressão negativa dos marcadores CD34 e CD45 em MSCs e dFBs. Foi também demonstrada a capacidade de diferenciação osteogénica em MSCs e dFBs, bem como diferenciação adipogénica em MSCs. Na análise comparativa de confluência, dFBs apresentaram maior capacidade de expansão que MSCs e iMSCs, atingindo confluência quase total num período de sete dias. A comparação de dFBs em diversas passagens (2, 4, 8 e 10) identificou padrões de crescimento diferentes dos esperados, com células em passagens recentes a apresentarem baixa confluência (passagem 4) e células em passagens mais avançadas com confluências elevadas (passagem 8). As diferenças entre os resultados obtidos e os esperados podem ser explicadas por fatores como variabilidade entre doadores, erros de cálculo e diferenças na densidade celular. Os resultados sugerem que dFBs são uma alternativa promissora para MSCs, em aplicações na medicina regenerativa, destacando-se a importância de compreender os fatores que afetam o seu comportamento em diferentes passagens.
Autores principais:Brito, Helena da Costa
Assunto:dFBs MSCs iMSCs Medicina regenerativa Confluência celular dFB Regenerative Medicine Cell confluency Engenharia e Tecnologia::Engenharia Médica
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:inglês
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A procura de células estaminais mesenquimais humanas (hMSCs) na medicina regenerativa tem aumentado significativamente, pela sua capacidade de diferenciação e renovação. A crescente utilização deste tipo de célula tem gerado desafios, tais como a variabilidade de doadores e a capacidade de expansão limitada. De forma a mitigar estes problemas, este trabalho investiga possíveis substitutos: fibroblastos da derme (dFBs) e células estaminais mesenquimais humanas induzidas (iMSCs). A investigação centra-se na validação de critérios pré-estabelecidos para considerar as células como células estaminais mesenquimais (MSCs), na comparação de confluência entre os três tipos de células usados, e na comparação de confluência de dFBs em diferentes passagens. A técnica de Fluorescence-Activated Cell Sorting (FACS) para análise de fluxo com marcadores específicos verificou a expressão positiva de CD73, CD90 e CD105 e expressão negativa dos marcadores CD34 e CD45 em MSCs e dFBs. Foi também demonstrada a capacidade de diferenciação osteogénica em MSCs e dFBs, bem como diferenciação adipogénica em MSCs. Na análise comparativa de confluência, dFBs apresentaram maior capacidade de expansão que MSCs e iMSCs, atingindo confluência quase total num período de sete dias. A comparação de dFBs em diversas passagens (2, 4, 8 e 10) identificou padrões de crescimento diferentes dos esperados, com células em passagens recentes a apresentarem baixa confluência (passagem 4) e células em passagens mais avançadas com confluências elevadas (passagem 8). As diferenças entre os resultados obtidos e os esperados podem ser explicadas por fatores como variabilidade entre doadores, erros de cálculo e diferenças na densidade celular. Os resultados sugerem que dFBs são uma alternativa promissora para MSCs, em aplicações na medicina regenerativa, destacando-se a importância de compreender os fatores que afetam o seu comportamento em diferentes passagens.