Publicação
À semelhança de Goodman
| Resumo: | Este texto apresenta-se como um levantamento das principais linhas de força da crítica goodmaniana à semelhança como fundamento da imagem e de como, no seu conjunto, elas ajudaram a consolidar estes três problemas fundamentais como uma espécie de provas eliminatórias, que qualquer candidato a teoria da imagem deverá ser capaz de superar. Ao mesmo tempo, interrogaremos o alcance das objecções de Goodman à luz de algumas das contribuições contemporâneas para a sua superação. Iremos dividir as críticas de Goodman à noção de semelhança em dois grandes grupos. Em primeiro lugar, aquelas que contestam a semelhança como condição necessária à existência de representações pictóricas, nomeadamente, pela demonstração de que existem entidades a que poderemos chamar, com propriedade, de “imagens” e que não se baseiam em qualquer relação de semelhança. Em segundo lugar, o ataque à semelhança enquanto condição suficiente para a existência de uma representação pictórica, através da apresentação de contraexemplos de objectos que, apesar de semelhantes a outros objectos, não se qualificam como imagens destes. |
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| Autores principais: | Moura, Vítor |
| Assunto: | Estética Teoria da imagem Humanidades::Filosofia, Ética e Religião |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Este texto apresenta-se como um levantamento das principais linhas de força da crítica goodmaniana à semelhança como fundamento da imagem e de como, no seu conjunto, elas ajudaram a consolidar estes três problemas fundamentais como uma espécie de provas eliminatórias, que qualquer candidato a teoria da imagem deverá ser capaz de superar. Ao mesmo tempo, interrogaremos o alcance das objecções de Goodman à luz de algumas das contribuições contemporâneas para a sua superação. Iremos dividir as críticas de Goodman à noção de semelhança em dois grandes grupos. Em primeiro lugar, aquelas que contestam a semelhança como condição necessária à existência de representações pictóricas, nomeadamente, pela demonstração de que existem entidades a que poderemos chamar, com propriedade, de “imagens” e que não se baseiam em qualquer relação de semelhança. Em segundo lugar, o ataque à semelhança enquanto condição suficiente para a existência de uma representação pictórica, através da apresentação de contraexemplos de objectos que, apesar de semelhantes a outros objectos, não se qualificam como imagens destes. |
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