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Método expositivo versus Métodos ativos: qual deles aplicar para ensinar filosofia?

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Resumo:O presente trabalho intitula-se Método Expositivo Versus Métodos Ativos – qual deles aplicar para ensinar filosofia? é o relatório de estágio em Ensino da Filosofia no Ensino Secundário que decorreu no ano letivo de 2013/2014 no Agrupamento de Escolas de Maximinos, na Escola Secundária de Maximinos – Braga nas turmas do 11º1 e 11º2. As temáticas lecionadas incidiram no capítulo IV – O conhecimento e a racionalidade científica e tecnológica, no ponto 1.2. Análise comparativa de duas teorias explicativas do conhecimento, com o autor René Descartes; no ponto 2.2.Ciência e construção – validade e verificabilidade das hipóteses e 2.3. A racionalidade científica e a questão da objetividade, com Karl Popper. Neste relatório são apresentados e comentados alguns métodos para ensinar filosofia no ensino secundário, destacando-se os métodos ativos na medida em que valorizam o discurso e a discussão crítica. Este relatório estrutura-se em três partes: a primeira parte intitula-se Contextualização da intervenção e contextualização da temática, e apresenta os problemas principais que despertaram esta reflexão. Nela explica-se o plano segundo o qual orientei a minha lecionação, expondo as estratégias que adotei com o objetivo de promover o pensamento crítico e a autonomia nos alunos; na segunda parte designada Apresentação e desenvolvimento da vertente letiva, descreve-se o contexto em que se desenvolveu a lecionação; a terceira parte intitula-se Apresentação e desenvolvimento da vertente investigativa e nela apresentam-se as metodologias que melhor fomentam o bom ensino da filosofia. O presente trabalho descreve, assim, a componente letiva e a componente relativa à investigação desenvolvidas durante o período de estágio. Nele defendemos a utilização diversificada das metodologias e dos vários materiais didáticos de modo a fomentar nos alunos o espírito crítico, contribuindo para o desenvolvimento das suas capacidades.
Autores principais:Miranda, Flávia Maria Pereira
Assunto:Humanidades::Filosofia, Ética e Religião
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O presente trabalho intitula-se Método Expositivo Versus Métodos Ativos – qual deles aplicar para ensinar filosofia? é o relatório de estágio em Ensino da Filosofia no Ensino Secundário que decorreu no ano letivo de 2013/2014 no Agrupamento de Escolas de Maximinos, na Escola Secundária de Maximinos – Braga nas turmas do 11º1 e 11º2. As temáticas lecionadas incidiram no capítulo IV – O conhecimento e a racionalidade científica e tecnológica, no ponto 1.2. Análise comparativa de duas teorias explicativas do conhecimento, com o autor René Descartes; no ponto 2.2.Ciência e construção – validade e verificabilidade das hipóteses e 2.3. A racionalidade científica e a questão da objetividade, com Karl Popper. Neste relatório são apresentados e comentados alguns métodos para ensinar filosofia no ensino secundário, destacando-se os métodos ativos na medida em que valorizam o discurso e a discussão crítica. Este relatório estrutura-se em três partes: a primeira parte intitula-se Contextualização da intervenção e contextualização da temática, e apresenta os problemas principais que despertaram esta reflexão. Nela explica-se o plano segundo o qual orientei a minha lecionação, expondo as estratégias que adotei com o objetivo de promover o pensamento crítico e a autonomia nos alunos; na segunda parte designada Apresentação e desenvolvimento da vertente letiva, descreve-se o contexto em que se desenvolveu a lecionação; a terceira parte intitula-se Apresentação e desenvolvimento da vertente investigativa e nela apresentam-se as metodologias que melhor fomentam o bom ensino da filosofia. O presente trabalho descreve, assim, a componente letiva e a componente relativa à investigação desenvolvidas durante o período de estágio. Nele defendemos a utilização diversificada das metodologias e dos vários materiais didáticos de modo a fomentar nos alunos o espírito crítico, contribuindo para o desenvolvimento das suas capacidades.