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As redes sociais na rádio TSF: o Facebook e o Twiter como veículos de difusão e angariação de informação

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho parte da experiência de estágio na TSF – Rádio Notícias, em Lisboa. Enquanto estive na rádio as redes sociais revelaram-se ferramentas com bastante potencial, que podiam trazer algo de positivo, se bem aproveitadas. O que começou como palpite e vontade de experimentar algo de novo acabou por tornarse em algo que pode permitir que os jornalistas consigam fazer melhor o seu trabalho. O terramoto no Haiti mostrou como, em momentos extraordinários, em que muito poucas coisas funcionam, as redes sociais podem dar uma ajuda – mas não fazer o trabalho completo. O Twitter e o Facebook permitiram que se conseguisse contactos para falar com quem estava no terreno, na altura. Partindo desta oportunidade, analisando o contexto social e as vantagens que as redes podem trazer ao jornalismo, não só ao nível de contactos, mas sobretudo na distribuição dos conteúdos, reflicto sobre o que o Facebook e o Twitter podem fazer pela rádio TSF. Questiono também, se esta imersão nas redes sociais não se tornou num passo fundamental (quase que inevitável) para os media, e no caso específico para a rádio TSF. Em forma de complemento, procuro perceber de que forma actuam no Facebook e Twitter, se estão presentes, a concorrência directa nacional e as rádios similares espanholas.
Autores principais:Sá, Mariana Gabriela Brás de
Assunto:Jornalismo Rádio Redes sociais Interactividade Partilha Distribuição Facebook Twitter TSF - Rádio Notícias Journalism Social media Interactivity Sharing Distribution
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Este trabalho parte da experiência de estágio na TSF – Rádio Notícias, em Lisboa. Enquanto estive na rádio as redes sociais revelaram-se ferramentas com bastante potencial, que podiam trazer algo de positivo, se bem aproveitadas. O que começou como palpite e vontade de experimentar algo de novo acabou por tornarse em algo que pode permitir que os jornalistas consigam fazer melhor o seu trabalho. O terramoto no Haiti mostrou como, em momentos extraordinários, em que muito poucas coisas funcionam, as redes sociais podem dar uma ajuda – mas não fazer o trabalho completo. O Twitter e o Facebook permitiram que se conseguisse contactos para falar com quem estava no terreno, na altura. Partindo desta oportunidade, analisando o contexto social e as vantagens que as redes podem trazer ao jornalismo, não só ao nível de contactos, mas sobretudo na distribuição dos conteúdos, reflicto sobre o que o Facebook e o Twitter podem fazer pela rádio TSF. Questiono também, se esta imersão nas redes sociais não se tornou num passo fundamental (quase que inevitável) para os media, e no caso específico para a rádio TSF. Em forma de complemento, procuro perceber de que forma actuam no Facebook e Twitter, se estão presentes, a concorrência directa nacional e as rádios similares espanholas.