Publicação

Riscos associados ao stalking : violência, persistência e reincidência

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:O stalking, enquanto fenómeno de violência interpessoal, assume a conotação de aviso, perigo e imprevisibilidade, estando a sua experiência relacionada com a perceção de ameaça constante. Qualquer abordagem ao fenómeno do stalking, quer seja teórica ou prática, inclui na sua análise a dimensão do risco. Compreender o stalking implica a sua conceção enquanto fenómeno associado a múltiplos riscos: o risco de violência, de persistência e, ainda, de reincidência. O stalking representa um risco em si mesmo, mas constitui-se também como fator de risco de violência e, nalguns casos, um fator de risco de homicídio. A avaliação de risco em casos de stalking surge como um passo essencial a uma prática ética e informada, servindo como pedra basilar na tomada de decisão relativamente a medidas preventivas dirigidas aos stalkers, bem como de proteção às suas vítimas. É fundamental dotar os profissionais de competências e de instrumentos para uma avaliação de risco ponderada e eficaz em casos de stalking.
Autores principais:Grangeia, Helena
Outros Autores:Matos, Marlene
Assunto:Stalking Avaliação do risco Risco de violência Risco de persistência Risco de reincidência Risk assessment Violence risk Risk of persistence Risk of recidivism
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O stalking, enquanto fenómeno de violência interpessoal, assume a conotação de aviso, perigo e imprevisibilidade, estando a sua experiência relacionada com a perceção de ameaça constante. Qualquer abordagem ao fenómeno do stalking, quer seja teórica ou prática, inclui na sua análise a dimensão do risco. Compreender o stalking implica a sua conceção enquanto fenómeno associado a múltiplos riscos: o risco de violência, de persistência e, ainda, de reincidência. O stalking representa um risco em si mesmo, mas constitui-se também como fator de risco de violência e, nalguns casos, um fator de risco de homicídio. A avaliação de risco em casos de stalking surge como um passo essencial a uma prática ética e informada, servindo como pedra basilar na tomada de decisão relativamente a medidas preventivas dirigidas aos stalkers, bem como de proteção às suas vítimas. É fundamental dotar os profissionais de competências e de instrumentos para uma avaliação de risco ponderada e eficaz em casos de stalking.